CBN Ribeirão 90,5 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Como anda sua ‘inteligência emocional’?

Lidar com as emoções pode parecer um desafio, mas desenvolver essa capacidade é fundamental para uma vida equilibrada
inteligência emocional
Lidar com as emoções pode parecer um desafio, mas desenvolver essa capacidade é fundamental para uma vida equilibrada

Lidar com as emoções pode parecer um desafio, mas desenvolver essa capacidade é fundamental para uma vida equilibrada

Neste artigo, discutimos a inteligência emocional e sua importância, principalmente no desenvolvimento infantil. Com a ajuda da neurocientista educacional Jéssica Zuse, exploramos como cultivar essa inteligência desde cedo e os desafios enfrentados por pais e educadores.

Desenvolvendo a Inteligência Emocional na Infância

Jéssica destaca a crescente demanda por apoio emocional, impulsionada pelo aumento de casos de depressão e ansiedade em crianças. Ela enfatiza a importância de acolher as emoções infantis, permitindo que as crianças expressem seu choro como forma de autorregulação, ao invés de reprimi-lo. A neurocientista ressalta que o foco não é controlar as emoções, mas sim equilibrá-las, ensinando as crianças a lidar com o medo e outras emoções de forma saudável.

O Papel dos Pais e Educadores

Para desenvolver a inteligência emocional nas crianças, os pais devem servir como modelos, demonstrando como gerenciar suas próprias emoções. Criar um ambiente seguro e acolhedor, tanto em casa quanto na escola, é crucial para que as crianças aprendam a lidar com seus sentimentos. Jéssica também aborda a disciplina positiva, enfatizando a importância de evitar punições e castigos, optando por métodos que ensinem as crianças a lidar com suas ações, em vez de simplesmente reprimi-las.

Superando Desafios e Construindo Resiliência

A neurocientista destaca a dificuldade em educar sem punições, mas reforça a necessidade de paciência, conhecimento e uma rede de apoio. Ela enfatiza a importância da escola em implementar programas de educação emocional, preparando as crianças para os desafios da vida adulta. Jéssica finaliza aconselhando os pais a validarem as emoções das crianças, como o medo de tomar vacinas, oferecendo apoio e compreensão, sem minimizar ou omitir informações.

Compartilhe

Veja também

Conteúdos

Reportar um erro

Comunique à equipe do Portal da CBN Ribeirão Preto, erros de informação, de português ou técnicos encontrados neste texto.