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Como andam as investigações sobre a morte da professora de pilates Larissa Rodrigues?

Polícia analisa contradições em depoimento e carta de Elizabete Arabaça sobre o que ocorreu na noite anterior à morte
Como andam as investigações sobre a
Polícia analisa contradições em depoimento e carta de Elizabete Arabaça sobre o que ocorreu na noite anterior à morte

Polícia analisa contradições em depoimento e carta de Elizabete Arabaça sobre o que ocorreu na noite anterior à morte

Uma mulher que trabalhava no apartamento onde Larissa Rodrigues morreu relatou à polícia ter estranhado a presença de sangue na cama do casal Daniel Olinto. Essa informação, Como andam as investigações sobre a, junto com contradições nos depoimentos de Elizabeth Arrabassa, sogra de Larissa e principal suspeita de envenenamento, integra uma investigação em andamento.

Mensagens trocadas entre Larissa e Elizabeth via WhatsApp, horas antes da morte da professora, também são analisadas pela polícia e reforçam as divergências no depoimento da suspeita. Em uma dessas mensagens, Elizabeth pede para ir ao apartamento da nora na noite anterior ao crime, o que contrasta com sua versão apresentada em depoimento no dia 21 de março.

Contradições no depoimento: O advogado João Pedro Silvestrine explicou que, como Elizabeth é investigada e não testemunha, ela não comete o crime de falso testemunho ao apresentar versões contraditórias. Contudo, essas contradições podem ser usadas contra ela em um eventual júri, com o Ministério Público desqualificando seu depoimento diante de outras provas.

Dúvidas sobre movimentação no dia anterior

Bruno Correia, advogado de Elizabeth, levantou questionamentos sobre a possível entrada de outras pessoas no apartamento no dia anterior à morte. Ele destacou que não há imagens que comprovem a entrada ou saída de Elizabeth e de outras pessoas, o que deixa em aberto a possibilidade de terceiros terem acessado o local.

Confissão em carta na cadeia: O promotor Marcos Túlio Nicolino comentou sobre uma carta escrita por Elizabeth na prisão, que, segundo ele, constitui uma confissão de que ela envenenou Larissa. O promotor afirmou que essa carta é uma prova efetiva de que Elizabeth forneceu o veneno conhecido como “chumbinho” para a vítima.

Pedido de revogação de prisão: A defesa de Luiz Antônio Garnica informou que irá solicitar a revogação da prisão dele, alegando falta de provas.

Informações adicionais

Não foram divulgados detalhes sobre o andamento da investigação, nem sobre o posicionamento oficial da polícia ou do Ministério Público além do que foi mencionado.

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