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Como estão se comportando os Governos Estaduais e Federal após o tarifaço de Trump?

Como estão se comportando os Governos Estaduais e Federal após o tarifaço de Trump?
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Como estão se comportando os Governos Estaduais e Federal após o tarifaço de Trump?

Como estão se comportando os Governos Estaduais e Federal após o tarifaço de Trump?

As tarifas impostas pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros entraram em vigor, gerando reações nos setores afetados e nos governos estaduais e federal. Este artigo aborda as estratégias adotadas por empresários e governos para mitigar os impactos.

Negociações Setoriais e Empresariais

Empresários e associações estão buscando negociações setor a setor e empresa a empresa, dialogando com seus pares nos Estados Unidos. O objetivo é criar mecanismos para que as empresas brasileiras não percam o mercado americano, que é considerado crucial. Essa abordagem visa minimizar o impacto das tarifas, embora a decisão final sobre a imposição permaneça nas mãos do governo americano.

Ações dos Governos Estaduais

Alguns governos estaduais, como Rio Grande do Sul e São Paulo, estudam medidas como isenções tarifárias para empresas prejudicadas. No entanto, economistas alertam para os riscos dessas isenções e créditos subsidiados, que podem gerar custos difíceis de recuperar para os estados. É essencial aguardar a mensuração do impacto econômico real antes de implementar medidas populistas.

Atuação do Governo Federal

O governo federal, em colaboração com o vice-presidente, tem trabalhado para mediar negociações entre associações de classe empresarial e empresas brasileiras e americanas. Uma das estratégias é colocar em pauta a regulamentação da exploração de terras raras, minerais essenciais para a eletrificação e sustentabilidade, dos quais o Brasil possui a segunda maior reserva mundial. O Itamarati tem agido de forma ponderada para preservar o mercado americano.

Apesar dos desafios, os impactos diretos das tarifas na economia brasileira podem ser mais modestos do que aparentam, devido ao caráter relativamente fechado da economia e à capacidade de redirecionar produtos para outros mercados, como a Ásia e a Argentina. Embora algumas regiões e setores, como o de frutas, possam sofrer mais, não se espera uma diminuição significativa no emprego, exportação ou na taxa de câmbio.

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