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Como evitar que conflitos em um condomínio terminem em agressão?

Síndico de um prédio de Ribeirão foi agredido por um dos moradores após discussão; ouça o comentário de Marcio Spimpolo
conflitos em condomínio
Síndico de um prédio de Ribeirão foi agredido por um dos moradores após discussão; ouça o comentário de Marcio Spimpolo

Síndico de um prédio de Ribeirão foi agredido por um dos moradores após discussão; ouça o comentário de Marcio Spimpolo

Na última quarta-feira, um síndico de um condomínio em Ribeirão Preto foi brutalmente agredido por um morador. Casos como este têm se tornado cada vez mais frequentes, mostrando a necessidade de um debate sobre a convivência em condomínios.

O Contexto da Agressão

Segundo informações, o síndico repreendeu crianças que andavam de patins em área proibida do condomínio. O pai das crianças, inconformado, partiu para a agressão física, com socos e pontapés. O incidente foi registrado pelas câmeras de segurança do condomínio, o que ajudou a esclarecer os fatos. O agressor alega que o síndico coagiu os menores, justificando sua reação. As câmeras do condomínio, porém, mostram uma versão diferente dos fatos.

A Perspectiva Legal

O advogado especialista em condomínios, Márcio Espíndola, analisou o caso. Ele afirma que, independentemente do que o síndico tenha dito, a agressão física é inaceitável. Ele destaca a importância das câmeras de segurança como ferramenta de inibição e comprovação de crimes em condomínios. O advogado também comenta sobre a possibilidade de expulsão do agressor do condomínio, um processo que requer a assinatura de um quarto dos condôminos.

Prevenção e Convivência

A discussão se estendeu à importância da comunicação entre síndicos e moradores. A orientação é que o síndico converse com os responsáveis pelas crianças, e não diretamente com elas, a menos que haja risco iminente. A participação ativa dos moradores em assembleias condominiais também é crucial para a definição das regras e para a resolução de conflitos de forma pacífica. A falta de participação pode resultar na aceitação de decisões com as quais o morador discorda posteriormente. A tolerância e o respeito mútuo são fundamentais para uma boa convivência em ambientes condominiais.

O caso evidencia a necessidade de um diálogo constante e respeito às regras condominiais para evitar situações de violência. A participação ativa dos moradores e a mediação de conflitos são essenciais para garantir a harmonia e a segurança em condomínios.

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