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Como melhorar, em qualquer fase da vida, a produtividade dos trabalhadores através da ergonomia

Práticas, que primariamente são associadas à postura, têm uma profundidade muito maior do que o senso comum imagina; saiba mais!
ergonomia no trabalho
Práticas, que primariamente são associadas à postura, têm uma profundidade muito maior do que o senso comum imagina; saiba mais!

Práticas, que primariamente são associadas à postura, têm uma profundidade muito maior do que o senso comum imagina; saiba mais!

O programa Respire Longevidade recebeu André Cruz, profissional de educação física com 30 anos de experiência em programas de saúde física e mental, para discutir ergonomia e longevidade no mercado de trabalho.

Ergonomia: muito além da postura

André explicou que ergonomia estuda o trabalho em seu amplo domínio, preocupando-se com a saúde do trabalhador e as consequências para a produtividade. Envolve um olhar integrado sobre as questões físicas, percepção, sensações e a organização do trabalho para prover meios e objetivos. O primeiro passo em consultoria é um diagnóstico que analisa o organograma da empresa, a produtividade, a qualidade de vida e saúde dos trabalhadores, e a atividade de cada um para determinar problemas.

Longevidade e o mercado de trabalho

O especialista destacou a importância de as empresas olharem para a longevidade dos trabalhadores 50+, considerando sua experiência e conhecimento. Há uma mudança cultural necessária, integrando gerações para resultados positivos. As empresas precisam entender que a perda de funcionários experientes representa perda de capital intelectual, e devem buscar formas de transferir esse conhecimento. André defende um novo olhar para os trabalhadores mais velhos, que são produtivos e possuem muito a contribuir.

Inteligência Artificial e o futuro do trabalho

André finaliza abordando a inteligência artificial (IA) e a necessidade de transferir conhecimento para alimentar a IA. Ele destaca que a IA ainda não consegue replicar o sentimento humano, e que a experiência dos trabalhadores mais velhos, especialmente sua capacidade de leitura e escrita, será crucial para o desenvolvimento da IA. A nova geração, menos habituada à leitura, precisará dessa expertise para lidar com a IA.

O programa concluiu com uma reflexão sobre a importância de repensar a ergonomia, considerando a longevidade e a qualidade de vida dos trabalhadores, e a necessidade de as empresas investirem em estratégias para reter e aproveitar o conhecimento dos funcionários mais experientes.

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