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Como os agentes políticos podem ajudar no combate aos incêndios na região?

Comitês de crise foram criados para tentar gerir as estratégias; quem explica é Bruno Silva no 'De Olho na Política'
combate a incêndios
Comitês de crise foram criados para tentar gerir as estratégias; quem explica é Bruno Silva no 'De Olho na Política'

Comitês de crise foram criados para tentar gerir as estratégias; quem explica é Bruno Silva no ‘De Olho na Política’

O programa De Olho na Política discutiu a atuação dos governos federal e estadual no combate às queimadas em São Paulo e no país. A situação gerou preocupação devido ao forte cheiro de fumaça na região e aos danos ambientais e econômicos causados.

Ação Governamental e Investigações

Uma força-tarefa foi criada para unir esforços no combate às queimadas. O governador de São Paulo atribuiu ao governo federal ações para minimizar os danos, incluindo a abertura de linhas de crédito para pequenos produtores. Investigações da Polícia Civil e Federal buscam identificar a existência de atos criminosos, com prisões já realizadas. A ministra do Meio Ambiente apontou a ação humana criminosa como um dos fatores contribuintes, além de condições climáticas como seca e calor intenso.

Danos e Prejuízos

Além dos danos ambientais, as queimadas causaram prejuízos econômicos, principalmente para o agronegócio. A destruição atingiu casas, deixando pessoas desabrigadas, e resultou na morte de animais. A necessidade de um planejamento futuro para o setor agropecuário, com foco em práticas sustentáveis, foi destacada.

Desafios e Soluções de Longo Prazo

O programa enfatizou a necessidade de uma solução crônica para o problema, ultrapassando as medidas emergenciais. A discussão abordou a importância de um desenvolvimento sustentável no agronegócio, incentivando práticas que minimizem o impacto ambiental. A comparação com o passado, quando a queima de cana-de-açúcar era comum, ilustrou a possibilidade de avanços tecnológicos e práticas mais sustentáveis. A conclusão é que o Brasil precisa tomar decisões políticas para enfrentar o problema de forma eficaz, considerando eventos como enchentes e a destruição da Amazônia e do Pantanal.

A participação da população na denúncia de crimes ambientais e a cobrança por ações das autoridades são fundamentais. A necessidade de planos municipais de médio e longo prazo para lidar com a questão das queimadas durante a época seca também foi ressaltada, com a expectativa de que candidatos a cargos públicos apresentem propostas nesse sentido.

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