Sobre o assunto confira as dicas de Clayton Guimarães na coluna ‘CBN Empreende’
Após as fortes chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo, a questão do empreendedorismo em meio a desastres naturais se tornou ainda mais relevante. Como é possível empreender diante de tamanha destruição e sofrimento?
Empreendedorismo Social: Uma Força em Tempos de Crise
O empreendedorismo social surge como uma resposta a situações de vulnerabilidade, oferecendo suporte alimentar, material e psicológico às comunidades afetadas. Entidades sem fins lucrativos e empresas engajadas em causas sociais atuam ativamente, buscando transformar a realidade das pessoas. Mas como esses empreendimentos se sustentam, sem a busca direta pelo lucro?
Fontes de Financiamento e Apoio
A sustentabilidade do empreendedorismo social se dá por meio de programas e incentivos governamentais e de empresas privadas. Exemplos como o programa “Mulher Cidadã” do Ministério da Fazenda, que capacita mulheres em situação de vulnerabilidade para o empreendedorismo, demonstram o comprometimento do governo. Startups como a Artemisia e a Chokka também se destacam, apoiando negócios sociais em diferentes estágios e cultivando uma comunidade de líderes engajados em mudanças positivas. Cooperativas com cunho social também desempenham um papel importante, canalizando recursos para ações em prol da cidadania.
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Olhar para o Futuro
Apesar dos desafios, iniciativas governamentais e privadas demonstram um crescente comprometimento em apoiar o empreendedorismo social. Ações como essas são fundamentais para construir um futuro mais equitativo e solidário, especialmente em regiões frequentemente atingidas por desastres naturais. A esperança reside na capacidade de transformação e resiliência presentes em cada empreendimento social, que se torna um farol de luz em meio à adversidade.