Setor de hortifrúti teve muita variação no preço durante o mês de março por causa do clima
O consumidor brasileiro busca cada vez mais equilibrar saúde e economia na hora de comprar alimentos. Com o preço de frutas, verduras e legumes oscilando mês a mês, manter uma alimentação saudável sem comprometer o orçamento doméstico tem se tornado um desafio.
Preços em alta e em baixa
Alguns produtos essenciais estão mais caros. De acordo com o gerente de hortifrúti Eric de Brito Farias, da Konab, tomate, batata, cebola e melancia estão com preços elevados, o que é considerado normal para o período. Por outro lado, há boas notícias: maçã, cenoura e alface registraram queda de preços. A maior oferta de maçãs do Rio Grande do Sul, e a diminuição das chuvas em regiões produtoras de cenoura e alface em São Paulo contribuíram para essa redução.
Frutas: a melhor opção de economia?
Segundo Ivaní de Souza Marcandali, empresária do setor, as frutas oferecem atualmente as melhores opções de economia. A banana, após um período de alta, registrou queda de preço, custando R$ 3,00 o quilo. A empresária destaca a importância de consumir frutas da época, garantindo melhor custo-benefício. A maçã, apesar de uma queda recente, mantém-se estável em R$ 5,60 o quilo (nacional). Já a melancia apresenta qualidade comprometida devido às condições climáticas.
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Perspectivas para o futuro
A expectativa é de preços mais equilibrados nos próximos meses. A oferta de cebola deve se normalizar, mantendo os preços estáveis. O tomate e a batata, por sua vez, podem sofrer novas altas dependendo das chuvas. Com a chegada das novas safras, espera-se que os preços de melancia e laranja se tornem mais acessíveis. A orientação para o consumidor é aproveitar os produtos mais baratos e diversificar as compras para melhor administrar o orçamento.



