Pedidos aumentaram depois das recomendações do Ministério da Saúde e da OMS
De acordo com recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso de máscaras se tornou essencial no combate à pandemia do novo coronavírus. Com a escassez de máscaras cirúrgicas, as máscaras caseiras de tecido surgiram como alternativa, impulsionando uma nova atividade para muitas pessoas.
Costureiras Adaptam-se à Nova Demanda
Em Cetãozinho, Ângela Pessotti, uma costureira desempregada, encontrou na produção de máscaras uma oportunidade de renda. Ela vende cada máscara por R$ 6,00, com taxa de entrega de R$ 5,00 ou retirada em domicílio. O valor cobre os custos de materiais, energia e combustível. Para Ângela, além da renda, a produção de máscaras representa uma forma de contribuir para a proteção da comunidade. As máscaras são esterilizadas a ferro quente, embaladas e lacradas, garantindo a segurança do cliente. A higienização após o uso é fundamental, sendo recomendado o uso individual e nunca compartilhado.
Aumento na Procura e Complementação de Renda
A procura pelas máscaras caseiras também aumentou significativamente para Nusa de Faria, que começou a produzi-las no final de março. Com experiência em costura e artesanato, ela atendeu a pedidos de clientes e amigos, encontrando na confecção de máscaras uma forma de contribuir para a proteção da população e complementar a renda familiar. A iniciativa se tornou uma importante fonte de sustento em meio à crise sanitária e econômica.
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Recomendações de Uso e Higienização
O Ministério da Saúde e a OMS recomendam a troca das máscaras de tecido a cada duas horas de uso, sendo aconselhável que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras. Para higienização, recomenda-se deixar as máscaras de molho por até 10 minutos em água sanitária. A produção e o uso de máscaras caseiras se mostraram uma importante estratégia no enfrentamento da pandemia, gerando renda e contribuindo para a segurança da população.



