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Confira a difenrença entre os sons emitidos por rãs, sapos e pererecas

Muita gente pode pensar que o a rã é esposa do sapo, mas não é bem assim; confira a diferença entre eles!
sons de anfíbios
Muita gente pode pensar que o a rã é esposa do sapo, mas não é bem assim; confira a diferença entre eles!

Muita gente pode pensar que o a rã é esposa do sapo, mas não é bem assim; confira a diferença entre eles!

Sons da Terra, quadro do programa Terra da Gente na Rádio CBN, explorou o tema dos sons dos anfíbios. Com a participação de Marcelo Ferre, Luciano Lima e Paulo Augusto, o programa apresentou diferentes vocalizações de sapos, rãs e pererecas, destacando a diversidade sonora e ecológica desses animais.

Os sons dos anfíbios na cidade

O programa começou com o som de uma perereca, semelhante ao de uma buzina antiga, encontrada até mesmo em áreas urbanas como o Parque Estadual Fontes do Ipiranga, em São Paulo. Essa descoberta surpreendeu os participantes, demonstrando a presença de espécies tipicamente florestais em ambientes urbanos. A discussão se estendeu sobre o uso dos anfíbios como indicadores ambientais, dada a sua sensibilidade às mudanças no habitat.

A comunicação dos anfíbios

Luciano Lima explicou que a vocalização, especialmente o “canto de anúncio”, é crucial para a reprodução dos anfíbios, com os machos atraindo as fêmeas. Foi mencionado que, diferentemente de aves e mamíferos, muitos anfíbios brasileiros não possuem nomes populares, sendo genericamente chamados de “perereca”, “sapo” ou “rã”. A competição sonora entre os anfíbios, inclusive em ambientes ruidosos como próximos a avenidas e aeroportos, também foi abordada, com algumas espécies adaptando seus cantos para serem ouvidos acima do barulho do trânsito e aviões.

Diversidade de sons e espécies

O programa apresentou outros exemplos de vocalizações de anfíbios, como o “sapinho F1”, cujo som lembra uma corrida de Fórmula 1, e o “sapo martelo”, que constrói “piscinas” para a reprodução. A diversidade de sons e habitats foi destacada, com espécies adaptadas a áreas abertas (como o sapinho F1) e outras exclusivas de florestas (como a perereca “buzina”). A importância de observar e apreciar a riqueza sonora da natureza, mesmo em ambientes urbanos, foi enfatizada, incentivando os ouvintes a prestarem mais atenção aos sons dos anfíbios após a chuva.

A participação do público foi incentivada através de uma enquete no Instagram do programa, convidando os ouvintes a associarem os sons apresentados às espécies correspondentes. O programa finalizou com uma música sobre sapos e anfíbios, reforçando a mensagem de apreciação pela biodiversidade sonora.

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