Produção está entre os indicados de melhores efeitos visuais; ouça a coluna ‘Cinema’ com André de Castro
Nesta semana, nossa coluna da Sete-Marche conversa com André de Castro, ator e crítico de cinema, sobre o filme Amor e Monstros.
Um sucesso na Netflix
Lançado na Netflix, Amor e Monstros figura entre os filmes mais assistidos no Brasil. Inicialmente previsto para estrear nos cinemas, o lançamento foi adiado pela pandemia. Apesar de ser uma produção original Netflix, o filme já está sendo considerado um sucesso de público.
Referência aos anos 80 e fórmula previsível?
O filme utiliza a estética nostálgica dos anos 80, semelhante ao sucesso de Stranger Things, mas com uma fórmula mais previsível. André comenta que o filme brinca com clichês de comédia romântica, ação e monstros, seguindo a estrutura da jornada do herói. Embora previsível, o filme consegue entreter o público.
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A trama e os efeitos visuais
Em um mundo pós-apocalíptico devastado por um meteoro, Joel, um adolescente, busca reencontrar sua namorada, separada dele por 140 quilômetros e inúmeros monstros. A jornada é repleta de humor e referências a outros filmes do gênero, como Zumbilândia. Sobre os efeitos visuais, apesar da indicação ao Oscar, André acredita que, embora bons, não são merecedores do prêmio, devido ao orçamento relativamente baixo do filme (30 milhões de dólares) e algumas imperfeições perceptíveis.
Apesar da previsibilidade da trama e algumas falhas nos efeitos visuais, Amor e Monstros se configura como uma opção divertida e familiar para o final de semana, principalmente para quem aprecia filmes de aventura e comédia. A presença do ator principal, Dylan O’Brien (conhecido por Teen Wolf), também contribui para o sucesso do filme no Brasil.



