Baixa nos recursos hídricos fez o Governo Federal voltar a cobrar taxa extra na conta de luz
Em julho, a conta de luz virá com um acréscimo: a bandeira tarifária amarela, que adiciona R$ 2,00 a cada 100 kWh consumidos. A medida, segundo o engenheiro eletricista Sebastião Alair Ricardo, é necessária devido à utilização de usinas termelétricas para suprir a demanda energética.
Impacto nos negócios
Para os empresários, esse aumento chega em um momento delicado. Newton Cesar da Lava, dono de três restaurantes em Ribeirão Preto, relata queda no movimento e o impacto extra na conta de energia, que pode saltar de R$ 8.000,00 para cerca de R$ 9.000,00. “A gente tem mil reais para gastar mais com energia aí, sendo que o movimento já não está ajudando”, lamenta.
Dicas de economia de energia
Para as residências, o engenheiro eletricista Matheus Gonçalves Pérez recomenda atenção ao consumo. Chuveiro e geladeira são apontados como os principais vilões, representando de 25% a 40% e de 30% a 50% do consumo, respectivamente. Manter a borracha da geladeira em bom estado e evitar o hábito de ficar com a porta aberta são medidas importantes para economizar energia.
Perspectivas futuras
Há ainda a possibilidade de mudança para a bandeira vermelha nos próximos meses, com custos ainda maiores. Sebastião Alair Ricardo prevê que isso possa ocorrer entre setembro e outubro. As bandeiras tarifárias, em vigor desde 2015, indicam o custo da geração de energia: verde (sem acréscimo), amarela (R$ 2,00 a cada 100 kWh) e vermelha (entre R$ 3,00 e R$ 3,50 a cada 100 kWh).



