Estado de São Paulo confirmou mais de 6 mil casos da doença, nesta terça-feira (21); Caixa começa a pagar calendário unificado
São Paulo registra aumento de casos e mortes por coronavírus
Mortes e novos casos em São Paulo
O estado de São Paulo registrou ontem 383 mortes e mais de 6 mil novos casos de coronavírus, ultrapassando a marca de 20 mil mortes e 420 mil infectados desde fevereiro. O ministro interino da saúde, Eduardo Pazuello, detalhou a estratégia para distribuir respiradores, considerando a disparidade de casos entre as regiões.
Distribuição de respiradores e vacinas
O Ministério da Saúde assinou contrato para a produção de 15 mil respiradores, mas apenas 8.210 foram entregues até o momento, sendo 787 destinados a São Paulo. Diante da falta de equipamentos, a estratégia do ministério é transferir respiradores de regiões com menor número de casos para áreas mais afetadas. Quanto às vacinas, Pazuello mencionou três opções: uma chinesa em parceria com o governo paulista (a ser produzida pelo Butantã), uma americana (com negociações em andamento para garantir a compra) e uma inglesa de Oxford (com contrato assinado pela Biomanguinhos).
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Auxílio emergencial e bloqueios de contas
A Caixa Econômica Federal iniciou o pagamento do auxílio emergencial com calendário unificado por mês de nascimento, mas muitos beneficiários enfrentam problemas de acesso às contas digitais. Cerca de 3 milhões de contas foram bloqueadas devido a suspeitas de fraude, após uma falha de segurança em maio que permitiu a aprovação de benefícios fraudulentos. Para desbloquear a conta, é necessário comparecer a uma agência da Caixa com documentos de identidade.
Em resumo, o estado de São Paulo enfrenta um aumento significativo de casos e mortes por coronavírus, enquanto o governo federal busca soluções para a distribuição de respiradores e vacinas. Simultaneamente, a população enfrenta dificuldades no acesso ao auxílio emergencial devido a bloqueios de contas por suspeita de fraude.



