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Confira os últimos balanços da Covid-19 em Ribeirão, Franca e Sertãozinho

Cidades registram alta ocupação nos leitos de UTI
balanços Covid-19
Cidades registram alta ocupação nos leitos de UTI

Cidades registram alta ocupação nos leitos de UTI

Apesar da prefeitura de Ribeirão Preto reportar leve diminuição de pessoas com sintomas de Covid-19, a procura por atendimento em unidades de saúde permanece alta. A taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivos para pacientes com Covid-19 em hospitais públicos e particulares está em 93%, com 284 pacientes internados de um total de 304 leitos. Nas enfermarias, apesar do aumento para 410 leitos, a taxa de ocupação também se mantém alta, em 80%, com 328 pacientes internados.

Aumento de Casos e Internações

O número de internações em Ribeirão Preto cresceu significativamente: de 239 pacientes na tarde de ontem para 328 hoje, além de 196 respiradores em uso. A cidade soma mais de 700 leitos disponíveis entre enfermarias e UTIs, mas a situação permanece crítica. O último boletim epidemiológico registrou mais 771 casos de Covid-19, elevando o total para 63.531, e 20 novas mortes, totalizando 1.573 óbitos desde o início da pandemia. É importante notar que o número de casos em 2021 já ultrapassou a metade do total registrado em 2020.

Situação em Outras Cidades da Região

Franca voltou a registrar 100% de ocupação de leitos hospitalares, após ter atingido 97,7% ontem. Foram registrados 46 novos casos e 6 óbitos, elevando os totais para 22.463 casos e 443 mortes. Sertãozinho registrou 130 novos casos, somando 12.987 casos confirmados e 17 óbitos recentes (4 mulheres e 13 homens), totalizando 256 mortes desde o início da pandemia. A faixa etária dos óbitos chama atenção, com mortes de indivíduos mais jovens em todas as cidades.

A situação em Ribeirão Preto, Franca e Sertãozinho demonstra a gravidade da pandemia na região, com alta taxa de ocupação hospitalar e aumento de casos e óbitos, mesmo com a expansão do número de leitos. A circulação de novas cepas, que causam sintomas mais graves e internações prolongadas, e o lento avanço da vacinação, especialmente para a população mais jovem, são fatores que contribuem para esse cenário preocupante. A necessidade de medidas de prevenção e controle da doença continua crucial para conter o avanço da pandemia.

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