Thiago Fernandes, head de marketing, faz uma retrospectiva sobre as atualizações das redes sociais; ouça a coluna ‘Conexão CBN’
Retrospectiva 2022: O ano dos aplicativos
O ano de 2022 foi marcado por grandes mudanças no cenário digital. Aplicativos como WhatsApp, Instagram e TikTok protagonizaram atualizações significativas, disputando a atenção dos usuários brasileiros. O WhatsApp, apesar de receber novas funcionalidades como enquetes e fotos de perfil com legendas, perdeu a liderança para o Instagram, que se tornou o app mais usado no país pela primeira vez. Essa mudança ocorreu em parte devido ao lançamento de novas ferramentas no Instagram, como as notas nos stories (semelhantes ao Twitter) e a possibilidade de postar vídeos Reels com até 1 minuto e meio.
As redes sociais em 2022
O Facebook, por sua vez, não apresentou grandes inovações, com o metaverso sendo a principal aposta, ainda sem resultados expressivos. Outras redes sociais, como o BeReal (que foca na realidade sem filtros) e o TikTok (que continua em crescimento), também ganharam espaço. O Spotify consolidou sua posição como principal aplicativo para podcasts, e o Tinder atingiu a marca de 60% de responsabilidade sobre novos relacionamentos globalmente. A aquisição do Twitter por Elon Musk gerou polêmicas, com demissões em massa e mudanças na política de verificação de contas.
Tecnologia e o futuro dos aplicativos
O avanço da tecnologia também foi marcante em 2022, com a chegada do 5G em grandes cidades brasileiras, eleições e uma Copa do Mundo mais tecnológicas do que nunca. Para 2023, a tendência é que aplicativos que atendam às demandas dos usuários com maior rapidez e eficiência se destaquem. O WhatsApp, com suas constantes atualizações e integração com serviços como o iFood, é apontado como um forte candidato a continuar crescendo e se consolidando como uma ferramenta multifuncional.
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Em resumo, 2022 foi um ano de transformações no universo digital, com aplicativos se adaptando às necessidades dos usuários e novas plataformas emergindo. A competição entre gigantes e o surgimento de novas tecnologias prometem um cenário ainda mais dinâmico para os próximos anos.