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Confraternizações de fim de ano devem ter no máximo 10 pessoas, segundo Centro de Contingência

Aglomeração preocupa especialistas da área da saúde diante da possibilidade de contágio do novo coronavírus
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Aglomeração preocupa especialistas da área da saúde diante da possibilidade de contágio do novo coronavírus

Aglomeração preocupa especialistas da área da saúde diante da possibilidade de contágio do novo coronavírus

Com o final de ano se aproximando e a temporada de festas em alta, especialistas em saúde alertam para os riscos de confraternizações. A recomendação é cautela e responsabilidade para evitar o aumento de casos de doenças contagiosas.

Limite de pessoas e tempo de duração

Segundo José Osmar Medina, coordenador do Centro de Contingência da Covid-19 em São Paulo, é fortemente recomendado que as reuniões de fim de ano não ultrapassem 10 pessoas e tenham duração reduzida. Reuniões maiores e prolongadas aumentam significativamente o risco de transmissão, principalmente se houver alguém presente com sintomas pré-sintomáticos.

Proteção aos grupos de risco

A preocupação se intensifica em relação aos idosos e pessoas acima de 50 anos, que apresentam maior risco de letalidade em caso de infecção. A recomendação é evitar ao máximo que essas pessoas participem de eventos com grande aglomeração.

Aumento da taxa de transmissão

O alerta das autoridades ocorre em um momento de aumento na taxa de transmissão de doenças, reforçando a importância de seguir as recomendações para proteger a saúde individual e coletiva. A prudência e o respeito às medidas preventivas são fundamentais para um fim de ano mais seguro.

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