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Conpac cobra que Prefeitura cumpra norma para sinalizar pontos de reabastecimento do aquífero Guarani

Lei estadual, válida desde 2018, determina que esses locais sejam devidamente sinalizados à população; moradores confirmam falta
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Lei estadual, válida desde 2018, determina que esses locais sejam devidamente sinalizados à população; moradores confirmam falta

Lei estadual, válida desde 2018, determina que esses locais sejam devidamente sinalizados à população; moradores confirmam falta

Ribeirão Preto enfrenta o desafio da preservação do Aquífero Guarani, principal fonte de abastecimento de água da cidade. Uma lei estadual de 2018 determina a instalação de placas indicativas nas áreas de recarga e afloramento do aquífero, mas em Ribeirão Preto, principalmente na zona leste, essa sinalização está ausente.

Falta de Sinalização e Impactos Ambientais

O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Público (Compacto) vem cobrando da prefeitura a instalação das placas, alertando para o avanço da construção civil na região leste, área crucial para a recarga do Aquífero Guarani. A ausência de sinalização contribui para a degradação ambiental, com a contaminação do solo e a diminuição do nível d’água em locais como a Lagoa do Saibro, no bairro Interlagos. Moradores relatam o secamento progressivo da lagoa ao longo dos anos, agravado pela estiagem e pela falta de ações para a sua revitalização.

Ações Necessárias para a Preservação

A falta de placas indicativas não é o único problema. Há a necessidade de obras de adaptação para melhorar a captação e o armazenamento de água na Lagoa do Saibro, que historicamente recebia água de outras lagoas próximas, mas atualmente enfrenta escassez. Moradores pedem providências à prefeitura para a execução dessas obras antes do período chuvoso. A própria prefeitura, em 2018, anunciou a criação de um parque ecológico na região, com prazo de conclusão em 2023, porém, até o momento, a iniciativa não foi concretizada.

A Busca por Soluções e o Futuro do Aquífero

Em resposta às cobranças do Compacto, a prefeitura alegou a falta de regulamentação municipal sobre a instalação das placas, atribuindo a responsabilidade aos empreendimentos imobiliários. Entretanto, a ausência de ações efetivas nos últimos cinco anos gera preocupação. Especialistas em urbanismo reforçam a importância da preservação da região e alertam para a necessidade de ações imediatas, incluindo a instalação das placas indicativas, a revitalização da Lagoa do Saibro e a implementação de um plano de gestão para a proteção do Aquífero Guarani. A preservação deste recurso hídrico é fundamental para o futuro de Ribeirão Preto.

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