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Conppac aprova reserva técnica dos complexos dos museus Histórico e do Café

Espaço vai permitir o armazenamento do material enquanto o prédio é recuperado; ouça o De Olho na Política com Bruno Silva
reserva técnica museus
Espaço vai permitir o armazenamento do material enquanto o prédio é recuperado; ouça o De Olho na Política com Bruno Silva

Espaço vai permitir o armazenamento do material enquanto o prédio é recuperado; ouça o De Olho na Política com Bruno Silva

O projeto de construção da reserva técnica do Complexo dos Museus Histórico e do Café, em Ribeirão Preto, foi aprovado pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural (COMPACT). A iniciativa, apresentada pela prefeitura e pela empresa responsável, visa proteger os acervos históricos enquanto os prédios passam por restauração.

Reserva Técnica: Um Espaço para Preservação e Difusão

De acordo com o presidente do COMPACT, Lucas Pereira, o projeto, aprovado unanimemente, respeita os aspectos ambientais e paisagísticos da região, além das características coloniais dos museus. A reserva técnica, com mil metros quadrados, ficará próxima ao coreto do complexo e também será utilizada para formação, difusão e exposições.

Próximos Passos e Prazos

O secretário de Cultura de Ribeirão Preto, Pedro Leão, destaca a importância do projeto. O prazo para a licitação é de um mês, com previsão de início da obra (orçada em R$ 4 milhões e com duração de 12 meses) até o final de março. Após a construção da reserva e a conclusão do inventário do acervo (licitação em andamento, custo estimado em R$ 450 mil), o acervo será transferido para a nova reserva, permitindo o início dos trabalhos de restauro nos prédios e no acervo. Todo o processo, incluindo a posterior reabertura dos museus, deve levar cerca de três anos.

Desafios e Prioridades

A discussão sobre o projeto também trouxe à tona a questão da priorização da cultura no orçamento público. A demora no processo, segundo debatedores, reflete a falta de agilidade na gestão pública e a tendência de relegar a cultura a um segundo plano em comparação com áreas como infraestrutura e saúde. A necessidade de buscar parcerias público-privadas e de pensar estrategicamente o potencial turístico dos museus foi apontada como crucial para garantir a preservação do patrimônio histórico e cultural de Ribeirão Preto e outras cidades do interior.

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