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Conppac-RP faz denúncia ao MP sobre falta de planejamento arbóreo na revitalização da 9 de Julho

Segundo o presidente, Lucas Gabriel Pereira, as raízes das 70 sibipirunas ficaram suprimidas, podendo causar acidentes
planejamento arbóreo
Segundo o presidente, Lucas Gabriel Pereira, as raízes das 70 sibipirunas ficaram suprimidas, podendo causar acidentes

Segundo o presidente, Lucas Gabriel Pereira, as raízes das 70 sibipirunas ficaram suprimidas, podendo causar acidentes

Obras na Avenida 9 de Julho: um calvário de problemas em Ribeirão Preto

Atrasos e Imprevistos

As obras de revitalização da Avenida 9 de Julho, em Ribeirão Preto, estão gerando uma série de problemas e questionamentos. Inicialmente previstas para 45 dias por etapa, as obras já se estendem por meses, sem previsão de término da primeira fase. A Prefeitura atribui os atrasos à descoberta de galerias pluviais não previstas no projeto inicial, o que exige alterações e aditivos contratuais, gerando prejuízos aos cofres públicos.

Danos Ambientais e Patrimoniais

Além dos atrasos, as obras estão causando danos ambientais e patrimoniais. O desrespeito à norma técnica que exige exame clínico das árvores antes de intervenções na via preocupa, especialmente considerando as mais de 70 sibipirunas presentes na avenida. A instalação de concreto para estabilizar o pavimento está impedindo o crescimento das raízes, colocando em risco a saúde das árvores e a segurança de pedestres e motoristas. A falta de um planejamento adequado para a instalação de novas galerias pluviais também preocupa, ameaçando o patrimônio histórico e cultural da região, incluindo a área tombada do Correio, que conflui com a Avenida Gerônimo Gonçalves.

Consequências e Ações

A falta de um estudo hidrológico e um plano de macrodrenagem adequado pode sobrecarregar os córregos, causando enchentes, danos materiais, problemas de saúde pública e impactos negativos no patrimônio histórico. O presidente do Compact, Lucas Gabriel Pereira, afirma que a entidade já oficiou o Ministério Público, buscando responsabilizar os órgãos competentes pelos danos causados e exigir providências para solucionar os problemas. A situação demonstra a necessidade de um planejamento mais cuidadoso e transparente em obras de grande porte, evitando prejuízos financeiros e danos ao meio ambiente e ao patrimônio histórico.

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