Apesar do interesse, chapa deve ser impugnada, pois a conselheira tem menos tempo de Conselho do que prevê o estatuto do clube
A reunião que definiria as chapas para a eleição do Comercial, marcada para 25 de setembro, gerou polêmica. A conselheira Sidinha se candidatou, mas enfrenta um obstáculo: o estatuto exige dois anos de associação ao conselho, e ela possui apenas seis meses.
Candidatura questionada
A candidatura de Sidinha, que tem como vice-presidente Jaffain Pedersoli, segundo vice Sidney Barbosa e terceiro vice Marcelo Mega, foi registrada horas antes do prazo final. Por conta do tempo de associação, sua candidatura pode ser considerada inválida, colocando em risco toda a chapa.
Impasse e possíveis soluções
A definição sobre a validade da chapa será decidida na reunião da próxima segunda-feira. Caso a candidatura seja rejeitada, o clube pode definir um novo prazo para inscrições ou deixar o Conselho Deliberativo, presidido por Fábio Hersey, administrar provisoriamente. Há sugestões de flexibilizar o estatuto para aceitar a candidatura, uma vez que a conselheira demonstra interesse e capacidade financeira para contribuir com o clube.
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Discussões e perspectivas
A antecipação da eleição, inicialmente prevista para o final do ano, gerou debates. Enquanto alguns defendem o cumprimento estrito do estatuto, outros argumentam pela necessidade de flexibilidade, especialmente diante da falta de candidatos. A situação destaca a necessidade de revisão das regras do clube e um olhar mais atento às questões estatutárias para evitar impasses futuros. A busca por soluções que conciliem a legalidade com a necessidade de gestão eficiente é fundamental para o futuro do Comercial.



