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Conselho da Petrobrás elege nova diretoria e cria expectativas em relação à política de preços dos combustíveis

Saiba mais sobre o assunto com o Nelson Rocha no 'CNB Economia' desta quinta-feira (14)
política de preços combustíveis
Saiba mais sobre o assunto com o Nelson Rocha no 'CNB Economia' desta quinta-feira (14)

Saiba mais sobre o assunto com o Nelson Rocha no ‘CNB Economia’ desta quinta-feira (14)

A Petrobras deve anunciar hoje sua nova diretoria, incluindo o nome do novo presidente. José Mauro Coelho é o indicado, após a desistência de Adriano Pires devido a conflitos pessoais. Coelho é ex-secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia.

Mudança na liderança e política de preços

A nomeação de José Mauro Coelho, figura técnica com experiência consolidada no setor, gera expectativas sobre as políticas de preços dos combustíveis. Apesar da Petrobras ser uma companhia de capital aberto, com acionistas internacionais, a influência do governo permanece um fator relevante. A assembleia recente, que incluiu a eleição de quatro conselheiros minoritários, reforça a governança da empresa e busca minimizar interferências externas na definição de preços.

Previsões para os preços dos combustíveis

A política de preços deve permanecer próxima à referência internacional, embora não a siga rigidamente devido à alta volatilidade do mercado. Há espaço para redução no preço da gasolina na refinaria (em torno de 9 a 10%), e uma redução ainda maior no óleo diesel (próxima de 15%), impulsionada pela queda do preço do dólar. Essa redução, porém, não está diretamente ligada à mudança na presidência da Petrobras, mas sim à variação cambial. O etanol também deve sofrer impactos, com a proximidade do início da safra e a influência dos reajustes em outros combustíveis. A expectativa é de uma safra maior que a anterior, com aumento na produção de etanol, tanto de cana quanto de milho.

Perspectivas futuras

Com a nova safra e a possível redução no preço da gasolina, espera-se um pequeno alívio para o consumidor, com uma queda de 10 a 15 centavos por litro nos combustíveis, pelo menos até meados de maio. A combinação de fatores indica um cenário de preços mais favoráveis, embora sem grandes oscilações. A expectativa é de melhores preços para os combustíveis nos próximos meses, beneficiando o consumidor.

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