Objetivo do encontro é acabar com a insegurança nas unidades de saúde
Uma onda de assaltos em unidades de saúde de Ribeirão Preto tem gerado preocupação entre funcionários e pacientes. Para discutir soluções, o Conselho de Segurança Municipal se reuniu com representantes da saúde, Polícia Militar, Guarda Civil e sindicato dos servidores municipais.
Falta de efetivo da Guarda Civil
A superintendente da Polícia Civil Municipal, Mônica Costa, apontou a insuficiência de guardas para garantir a segurança de todas as unidades. Atualmente, são 213 guardas, enquanto o necessário seria o dobro. Apesar disso, o presidente do Conselho, Ricardo Alves Macedo, pediu maior empenho no combate aos crimes.
Alternativas para reforçar a segurança
A contratação de empresas terceirizadas foi sugerida, mas o sindicato dos servidores municipais se posicionou contra, propondo a utilização dos agentes de segurança municipal já existentes. Valdir Avelino, diretor do sindicato e guarda municipal, defendeu a efetivação de novos guardas em vez da terceirização, utilizando o decreto 710 que permite que esses agentes fiquem subordinados à Guarda Civil Municipal.
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Próximos passos
A proposta de remanejar os agentes de segurança municipal para as unidades de saúde foi aprovada. Ricardo Alves Macedo pretende levar a discussão ao legislativo para buscar apoio dos vereadores e, posteriormente, apresentar as reivindicações ao prefeito. Uma reunião na Câmara Municipal está prevista para a próxima semana para discutir a reabilitação da figura do agente de segurança municipal, que atuaria nas unidades de saúde com treinamento e supervisão da Guarda Civil.



