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Conselho Nacional de de Política Energética propõe redução na emissão de carbono

Meta é diminuir a poluição do gás em 10% até 2028; isso equivale a retirada de 600 milhões de toneladas do gás da atmosfera
emissão de carbono
Meta é diminuir a poluição do gás em 10% até 2028; isso equivale a retirada de 600 milhões de toneladas do gás da atmosfera

Meta é diminuir a poluição do gás em 10% até 2028; isso equivale a retirada de 600 milhões de toneladas do gás da atmosfera

Governo Federal aprova meta de aumento na mistura de etanol na gasolina

Redução de emissões e impacto positivo para o setor sucroenergético

A meta de aumentar a mistura de etanol na gasolina faz parte da política nacional de biocombustíveis (RenovaBio) e foi aprovada pelo presidente Michel Temer. Para a União das Usinas de Cana de Açúcar (Unica), essa redução é crucial tanto ambientalmente quanto para a indústria produtora de etanol, considerando o aumento previsto na demanda. Luciano Rodríguez, economista da Unica, explica que o programa visa reduzir a emissão de gases de efeito estufa, ampliando a participação dos biocombustíveis (etanol, biodiesel, biogás) na matriz energética brasileira. A significativa capacidade de mitigação dos biocombustíveis em comparação aos combustíveis fósseis é destacada, com o etanol apresentando uma redução de até 90% nas emissões em relação à gasolina.

Competitividade do etanol e cenário econômico

Rodríguez ressalta a importância das medidas tomadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) durante a greve dos caminhoneiros para a retomada da competitividade do etanol. Com o início da safra em março/abril, houve uma queda significativa nos preços do etanol. Entretanto, o aumento do preço internacional do petróleo e a desvalorização do real impactaram os preços da gasolina, tornando o etanol mais competitivo, especialmente em São Paulo, onde se tornou uma opção mais econômica para o consumidor.

Aumento da mistura de biocombustíveis e redução da dependência externa

A mistura de biocombustíveis na matriz energética passará de 20% para 28,6%, reduzindo a participação dos combustíveis fósseis de 80% para 71,4% e a dependência de combustíveis importados de 11,5% para 7%. A meta, mesmo considerada conservadora pela Unica, demonstra o reconhecimento do papel dos biocombustíveis para o desenvolvimento sustentável do país a partir de 2020.

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