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Conselho Nacional de Política Energética aprova aumento do percentual de etanol na gasolina

Mistura entre esses combustíveis passa de 27% para 30%; mescla de diesel com biodiesel também teve mudança de 14% para 15%
Conselho Nacional de Política Energética aprova
Mistura entre esses combustíveis passa de 27% para 30%; mescla de diesel com biodiesel também teve mudança de 14% para 15%

Mistura entre esses combustíveis passa de 27% para 30%; mescla de diesel com biodiesel também teve mudança de 14% para 15%

Durante depoimento na última quarta-feira, Conselho Nacional de Política Energética aprova, Elizabeth Arrabassa voltou atrás sobre o que havia escrito em uma carta à Justiça e afirmou que a filha Natália Garnica, morta por envenenamento em fevereiro, não teria condições de colocar chumbinho em cápsulas de remédio.

O inquérito do crime deve ser encerrado hoje pela Polícia Civil em Ribeirão Preto. Elizabeth chegou a dizer anteriormente que Natália colocou chumbinho em cápsulas de medicamento que teriam sido entregues a Larissa Rodrigues, nora da investigada, que morreu em março após ingerir o veneno. No entanto, atrásra ela afirmou que, devido a tremores que Natália apresentava, não seria possível que ela tivesse colocado o veneno nas cápsulas.

“Natália tinha muito tremor também, né? Ela tomava propranolol para o tremor nas duas mãos. Eu pensei, será que ela queria o remédio? Será que Natália tinha colocado alguma coisa nesse remédio? Depois pensei bem e falei: é impossível isso, não teria condição nem de…”

No processo consta que, antes da morte de Larissa, a sogra esteve com ela e teria dado alguns alimentos. Larissa relatou sentir-se mal após consumir comidas preparadas pela sogra. Elizabeth afirmou que pode ajudar a esclarecer o crime, mas que precisa estar em casa para lembrar dos fatos com mais tranquilidade, pois, segundo ela, o barulho na cadeia atrapalha seu raciocínio.

Luís Antônio Garnica, também preso e investigado pela morte, afirmou em depoimento que a mãe, Elizabeth Arrabassa, teria matado a irmã e a esposa, Larissa Rodrigues. Os quatro pedidos de prisão relacionados ao homicídio já foram expedidos. O advogado de Elizabeth, Bruno Correia, declarou surpresa com a nova versão apresentada pela cliente.

“Eu vou ver o jeito que, depois de tudo isso, eu sei que o próximo passo é continuar, que precisava da mãe, que se ela tem coragem de matar a própria filha que morou com a irmã, como podemos dar as filhas para matar? Eu não tenho coragem de matar.”

Luís Antônio também relatou que no dia da morte da irmã, Elizabeth estava com Natália e, quando esta passou mal, a mãe chamou Luís, que estava em Ribeirão Preto, para prestar atendimento.

O advogado de Luís, Julio Moçim, afirmou que o investigado revelou detalhes novos e que em nenhum momento criou álibi para o dia do crime.

Segundo o Ministério Público, há provas suficientes para denunciar mãe e filho pela morte da professora Larissa Rodrigues por feminicídio. As contradições nos depoimentos complicam a situação dos investigados.

  • Elizabeth Arrabassa mudou versão sobre participação da filha Natália no envenenamento.
  • Luís Antônio Garnica acusou a mãe de ser responsável pelas mortes.

Atualizações no depoimento:

  • Larissa Rodrigues morreu em março após ingerir cápsulas contaminadas com chumbinho.
  • Natália Garnica morreu envenenada em fevereiro.

Detalhes do caso:

  • Inquérito deve ser encerrado pela Polícia Civil em Ribeirão Preto.
  • Ministério Público considera provas suficientes para denúncia por feminicídio.
Informações adicionais

Investigação e processo: Os depoimentos apresentam contradições que dificultam a investigação. Elizabeth afirma que precisa estar em casa para colaborar melhor, pois o ambiente da prisão atrapalha seu raciocínio.

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