Órgão orienta que as pessoas pesquisem o histórico dos profissionais que oferecem fórmulas milagrosas na internet
A busca por informações sobre saúde na internet é prática comum, mas esconde perigos. Automedicação, ansiedade e preocupações desnecessárias são alguns dos riscos associados à pesquisa online de sintomas e doenças.
Os Perigos da Informação Online
O avanço tecnológico trouxe benefícios à medicina, mas também perigos. Eduardo Vátimo, conselheiro e coordenador de comunicação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), alerta para a disseminação de informações incorretas, principalmente as sensacionalistas que prometem curas milagrosas para doenças graves como câncer e autismo, ou divulgam regimes milagrosos e alimentos que supostamente curam doenças sem medicamentos. A população deve ficar atenta a esse tipo de conteúdo.
Responsabilidade Médica e Combate à Desinformação
Médicos devem seguir um código de conduta rigoroso, baseado em evidências científicas, para garantir a segurança dos pacientes e evitar a disseminação de informações falsas. A autopromoção, venda de produtos e apostilas são proibidas. O Cremesp busca apoio do Ministério Público para interromper divulgações irregulares. O problema não se limita aos médicos; dentistas e nutricionistas também podem disseminar informações incorretas, o que leva o Cremesp a recorrer ao Ministério Público em casos graves.
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Como se Proteger
Diante de dúvidas sobre informações encontradas na internet, o ideal é buscar fontes confiáveis e consultar um médico de confiança. Desconfie de tratamentos ou produtos milagrosos divulgados online. A busca por informações confiáveis é crucial para garantir a saúde e o bem-estar.



