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Contorcionistas, malabares, palhaços… e muita comida!

Circo combina com uma boa pipoca, batatinha chips e maçã de amor! Professora de gastronomia, Gabriela Salomão, fala dos quitutes
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Circo combina com uma boa pipoca, batatinha chips e maçã de amor! Professora de gastronomia, Gabriela Salomão, fala dos quitutes

Circo combina com uma boa pipoca, batatinha chips e maçã de amor! Professora de gastronomia, Gabriela Salomão, fala dos quitutes

As guloseimas tradicionais de circo — pipoca, maçã do amor, churros e outras — mantêm viva uma memória afetiva que atraí especialmente o público infantil. Em entrevista ao programa CBN e Sabores, Gabriela Salomão, docente de gastronomia do Senac Ribeirão Preto, explicou por que esses alimentos resistem ao tempo e como é possível reproduzi-los em casa.

Por que essas comidas encantam crianças (e adultos)

Para Gabriela, o sucesso desses quitutes está ligado à simplicidade e ao vínculo afetivo. “São sobremesas simples, vendidas em um contexto festivo que remete à infância”, afirma. A presença constante desses produtos nas praças de evento e na rotina dos circos cria uma associação direta entre o sabor e a alegria do momento — o que transforma a experiência em lembrança.

Receitas e truques para fazer em casa

Entre as opções comentadas, a pipoca aparece como a mais prática — e hoje muito facilitada pela opção de preparo no micro-ondas. Mas Gabriela destaca o churros como uma alternativa caseira viável e saborosa. A massa do churro, segundo a docente, é semelhante à de coxinha: leva leite ou água (o leite deixa a massa mais macia; a água, mais crocante), uma pitada de sal e açúcar, manteiga e farinha de trigo. Após cozinhar a massa até desgrudar da panela, deixa-se esfriar um pouco, incorporam-se ovos e modela-se para fritar. O recheio deve ser acrescentado depois de frito, com o uso de um saco de confeitar ou, para versões mais simples, apenas passando doce de leite ou chocolate.

Sobre a maçã do amor, Gabriela explica que o brilho vermelho vem de uma calda de açúcar simples — água, açúcar e corante — levada ao ponto de vidro. O teste do copo d’água (jogar uma gotinha e verificar a dureza) ajuda a definir quando a calda está pronta para banhar a fruta. Ela ressalta apenas o cuidado com queimaduras, já que a calda atinge temperatura elevada.

Dicas práticas e adaptações

Algumas facilidades tornam a reprodução em casa ainda mais prática: o pré-preparo e congelamento das porções de massa num saco de confeitar para fritar rapidamente quando chegar visita, uso de fritadeiras elétricas para versões sem imersão em óleo (dependendo da consistência da massa) e variações de cobertura — do tradicional doce de leite ao chocolate. Gabriela também enfatiza a versatilidade dos churros em palito, que simplificam o consumo em eventos e festas.

O retrato que fica é de receitas populares, de baixo custo e alto apelo emocional, que atravessam gerações e podem ser adaptadas para o ambiente doméstico com algumas técnicas simples e atenção à segurança.

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