CBN Ribeirão 90,5 FM
Colunistas
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Copom não cede à pressão do Governo Federal e mantém índice da Taxa Selic

Índice é de 13,75% pela sexta reunião consecutiva do Banco Central; ouça a análise de Nelson Rocha Augusto no 'CBN Economia'
Taxa Selic
Índice é de 13,75% pela sexta reunião consecutiva do Banco Central; ouça a análise de Nelson Rocha Augusto no 'CBN Economia'

Índice é de 13,75% pela sexta reunião consecutiva do Banco Central; ouça a análise de Nelson Rocha Augusto no ‘CBN Economia’

O cenário econômico internacional e nacional apresenta-se complexo, com impactos diretos na sociedade. A recente decisão do Banco Central Americano (FED) de aumentar a taxa de juros em 0,25 pontos percentuais, elevando-a para uma faixa entre 5% e 5,25% ao ano, marca o fim de um ciclo de alta, apesar da inflação ainda persistente (entre 3% e 3,5%, com objetivo de 2%). Embora a crise bancária nos EUA tenha gerado incertezas, a expectativa é que a taxa de juros americana comece a cair entre o final de 2024 e o início de 2025.

Cenário Econômico nos EUA: Fim do Ciclo de Alta dos Juros

A previsibilidade da economia americana é alta, reagindo de forma esperada às ações do FED. O mercado já precifica a queda dos juros, considerando o nível de emprego ainda elevado e a baixa probabilidade de uma recessão profunda. Uma eventual recessão seria prontamente combatida com cortes na taxa de juros.

Cenário Econômico no Brasil: Pressões e Expectativas

No Brasil, o Banco Central manteve a taxa básica de juros em 3,75%, apesar das pressões políticas e da queda da inflação. A redução dos custos de produção, principalmente devido à queda no preço do petróleo e do dólar, juntamente com uma excelente safra agrícola, criam um cenário favorável para a diminuição da inflação. A aprovação do arcabouço fiscal é crucial para que o Banco Central reduza a taxa de juros, possivelmente já na próxima reunião, em cerca de 40 dias. A expectativa é positiva, mesmo com o cenário político conturbado.

Perspectivas e Conclusões

A aprovação do arcabouço fiscal, mesmo com possíveis ajustes feitos pelo Congresso, contribui para um cenário macroeconômico positivo. A pressão por um equilíbrio fiscal, independente da base governamental, indica um caminho mais favorável para a economia brasileira. A expectativa é de redução da taxa de juros no Brasil em breve, impulsionada pela queda da inflação e pela aprovação do novo arcabouço fiscal. A sociedade, como um todo, tem a ganhar com um cenário econômico mais estável.

Compartilhe

Conteúdos

Reportar um erro

Comunique à equipe do Portal da CBN Ribeirão Preto, erros de informação, de português ou técnicos encontrados neste texto.