Em 2022, competidor jogou pela milésima vez; Nicholas Bocchi traz as conquistas e desafios do gamer na coluna ‘Good Game CBN’
O Mundial de League of Legends está chegando ao fim, e o especialista Nicolas Bock nos dá um panorama da competição. A Coreia, berço dos esportes eletrônicos, sempre se destacou, mas em 2022, os times chineses eram favoritos, o que não se confirmou.
O Dominio Coreano e a Lenda Faker
Nas semifinais, teremos três times coreanos e apenas um chinês, mostrando o domínio oriental. A SKT T1, com o lendário Faker, se destaca. Desde 2013 na SKT T1, Faker, conhecido como o “demônio imortal”, é o jogador mais vitorioso, com três campeonatos mundiais (2013, 2015 e 2016) e um histórico impecável de chegar, no mínimo, às semifinais. Após não vencer um mundial desde 2016, todos os olhos estão voltados para ele e sua excelente temporada.
A Brevidade das Carreiras nos eSports
A carreira de um atleta de eSports é tipicamente curta, com poucos jogadores ultrapassando os 33 anos. Estudos científicos na China e Coreia, impulsionados pelo caso de um jogador chinês com problemas degenerativos nos pulsos e nervos, mostram que o envelhecimento afeta o reflexo e a coordenação entre cérebro e dedos, levando à aposentadoria precoce. Embora não seja a única razão, a natureza recente dos eSports dificulta a análise a longo prazo.
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Mundial de Counter-Strike no Rio de Janeiro
O Mundial de Counter-Strike começa na semana seguinte, com a participação de vários brasileiros. Teremos três times brasileiros competindo: 00 Nation, MIBR e Imperial. A competição promete ser emocionante, com jogos desafiadores contra times como a Vitality (atual número 1 do ranking HLTV). Para mais informações sobre o campeonato, acesse o quadro World Game na CBN.