Alessandra Alves da Silva, de 38 anos, era trabalhadora rural e foi a única vítima fatal do vazamento
Uma tragédia ambiental chocou a cidade de Pontau na última terça-feira. Um vazamento de gás tóxico deixou uma mulher de 38 anos morta e quase 100 pessoas passando mal. O corpo da vítima, Alessandra Alves da Silva, será sepultado hoje, e as investigações sobre o caso seguem em andamento.
Investigação em Andamento
A polícia trabalha para identificar a origem do gás tóxico. A hipótese inicial de que o gás estivesse na casa da vítima foi descartada. Imagens de câmeras de segurança mostram um caminhão passando pelo local momentos antes do incidente, e essa linha de investigação é a principal foco das autoridades. O delegado responsável aguarda o laudo do IML, que deve sair em 30 dias, para determinar o tipo de gás inalado pela vítima e esclarecer as causas da morte. A possibilidade de o gás ser amônia ou cloro é considerada.
Vítimas e Prejuízos
Além da vítima fatal, centenas de galinhas e dois cachorros morreram, e diversas pessoas precisaram de atendimento médico. Três pessoas permaneciam internadas até a última atualização, uma em estado grave. O dono de uma serralheria próxima ao local do vazamento relatou prejuízos de R$ 20 mil em materiais danificados pelo gás. Os moradores do bairro Campos Elíseos já puderam retornar às suas casas, e as aulas e serviços públicos foram retomados.
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O caso mobilizou a região e o país, gerando grande preocupação e questionamentos sobre a origem do gás tóxico e a segurança da população. A investigação segue em busca de respostas para esclarecer completamente o ocorrido e evitar novas tragédias.



