Paulo Henrique de Castro, Maria José Arena e Marco Aurélio Carvalho são investigados por participação em esquema de fraudulento
Delegado e dois escrivões são afastados em Ribeirão Preto
Afastamento de Policiais em Ribeirão Preto
A Delegacia Geral de Polícia do Estado de São Paulo afastou um delegado e dois escrivões de suas funções. A decisão, publicada no Diário Oficial do Estado, atinge Paulo Henrique Martins de Castro, Maria José de Azarena e Marcos Aurélio Carvalho, lotados em Ribeirão Preto. O afastamento, de 180 dias, é resultado de denúncia do MP (Ministério Público) por supostas falhas na condução de investigações relacionadas à Operação TMS, deflagrada em janeiro de 2022.
Denúncia do Ministério Público
Segundo a denúncia, o delegado e os escrivões são acusados de corrupção passiva e violação do sigilo funcional. A acusação aponta que teriam recebido vantagens indevidas de advogados de réus na Operação TMS, em troca de não darem andamento adequado aos inquéritos no 4º Distrito Policial.
Respostas das Defesas
A advogada de Paulo Henrique Martins de Castro, Maria Isabel Ferreira Marques, disse que não se manifestará sobre o caso. O advogado de Marcos Aurélio Carvalho, Antônio Roberto Soares, afirmou não ter conhecimento da decisão, mas acredita que o afastamento seja uma medida de praxe. O advogado de Maria José de Azarena, Eduardo Maimônia Aguilar, não foi localizado para comentar.
Apesar do afastamento, os policiais manterão seus salários e benefícios durante os 180 dias.



