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CPI das ambulâncias deve ouvir funcionário de empresa terceirizada nesta quinta-feira

Vereadores também devem ouvir funcionária que assinava pedidos de orçamento da secretaria de saúde
CPI das ambulâncias
Vereadores também devem ouvir funcionária que assinava pedidos de orçamento da secretaria de saúde

Vereadores também devem ouvir funcionária que assinava pedidos de orçamento da secretaria de saúde

Nesta quinta-feira, acontece a primeira oitiva da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das ambulâncias de Ribeirão Preto. Funcionários da Secretaria da Saúde serão ouvidos para esclarecer a dispensa de licitação na locação de quatro ambulâncias para o transporte de pacientes com Covid-19, num contrato que ultrapassou R$ 1 milhão.

Investigação em Andamento

A investigação envolve a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público. Na semana passada, a PF apreendeu documentos e computadores na Secretaria de Administração, na sede da SOS Assistência Médica Familiar (empresa que alugou as ambulâncias) e na casa de um dos sócios da empresa. O secretário de Saúde, Sandro Escapeline, nega irregularidades, alegando que a dispensa de licitação foi necessária para agilizar o processo devido ao aumento de casos de Covid-19 e à impossibilidade de ampliar os atendimentos do SAMU com equipe própria. A terceirização, segundo ele, garantiu a qualidade do serviço.

Questionamentos da CPI

Vereadores questionam o contrato, apontando que mais de dez ambulâncias estão paradas no pátio do SAMU, tornando desnecessário o aluguel de veículos externos. A CPI pretende esclarecer esses pontos com os depoimentos de José Ricardo Magalhãni, funcionário da empresa terceirizada e responsável pela escala do SAMU, e Marcella Santos Cândido, funcionária que assina os pedidos de orçamento da Saúde Municipal.

Próximos Passos

A reunião da CPI acontece na Câmara Municipal, quinta-feira, às 9h da manhã. Os depoimentos dos funcionários da Secretaria de Saúde e da empresa terceirizada são cruciais para elucidar as suspeitas de irregularidades e esclarecer se a dispensa de licitação foi realmente justificável.

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