Vereadores querem saber o motivo de quase metade da frota de Ribeirão Preto ter quebrado
Marcelo Dinardi, ex-coordenador do SAMU de Ribeirão Preto, foi convocado pela segunda vez para prestar esclarecimentos à CPI das ambulâncias. Na semana passada, ele não compareceu devido a uma licença premium e falta de notificação oficial.
Denúncias e Vistoria
Motoristas do SAMU denunciaram as péssimas condições das viaturas. Em vistoria ao pátio do SAMU, constatou-se que, das 30 ambulâncias, apenas 15 estão operacionais, 5 em oficinas, 1 emprestada e 9 com motores fundidos. Este número se aproxima do limite mínimo estabelecido pelo Ministério da Saúde (uma ambulância para cada 50 mil habitantes).
Questionamentos da CPI
O presidente da CPI, Orlando Pessotti, busca entender como era o gerenciamento da frota, incluindo reparos, fiscalização e o empréstimo irregular de uma ambulância para Batatais por período superior ao permitido (mais de 15 dias). A CPI questionará Dinardi sobre autorizações, documentação e responsabilidades.
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O vereador Elisão Rocha solicitou ao chefe da frota a recuperação de ambulâncias paradas, inclusive buscando orçamentos em oficinas sem contrato com a prefeitura. A prioridade é recuperar ao menos três ambulâncias para melhorar o atendimento à população. A grande preocupação da CPI é o tempo de espera, que chega a duas horas em alguns casos, colocando vidas em risco.
A oitiva de Marcelo Dinardi está marcada para as 10h30 na sala de comissões da Câmara Municipal. O tempo de espera prolongado por ambulâncias em Ribeirão Preto é a principal preocupação da CPI, impactando diretamente a saúde pública e a segurança da população.



