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CPI do Anexo retira contraproposta que seria apresentada à Cedro

Novo documento de professor da USP São Carlos fez vereadores desistirem de negociar
CPI do Anexo
Novo documento de professor da USP São Carlos fez vereadores desistirem de negociar

Novo documento de professor da USP São Carlos fez vereadores desistirem de negociar

A CPI do Anexo decidiu cancelar a contraproposta de R$ 1,3 milhão à construtora Cedro para a conclusão do prédio. Essa decisão se deu após a análise de um documento enviado pelo professor da USP, Carlos José Elias Leier, que comparou a perícia independente da construtora com seu próprio estudo.

Análise da USP e Cancelamento da Contraproposta

O professor Leier reafirmou em seu documento que não há necessidade de mais recursos financeiros para finalizar a obra. Com base nessa nova informação, a CPI optou por cancelar a contraproposta, conforme informado pelo presidente da CPI, vereador Toniel Lima. A comissão entende que a Câmara não deve pagar nenhum valor além do já desembolsado, exceto os R$ 424 mil restantes em conta e destinados à obra.

Investigação sobre o Contrato com a Usicon

A Cedro havia proposto R$ 1,7 milhão adicionais (além dos R$ 400 mil restantes da licitação) para concluir o prédio. No entanto, a CPI investiga um possível superfaturamento na superestrutura da obra, apontando discrepâncias entre o laudo independente e o relatório da USP. A comissão solicitou à Cedro o contrato com a Usicon, responsável pela superestrutura, para averiguar os valores negociados, informação ainda não disponibilizada pela construtora, apesar de um novo ofício com prazo de 24 horas para resposta.

Relatório Final e Próximos Passos

A CPI considera a falta de transparência da construtora quanto aos valores do contrato com a Usicon um ponto crucial da investigação. O relatório final será entregue ao Ministério Público no dia 6 de julho, e a CPI mantém a posição de que a Cedro não deve receber mais nenhum centavo além do que já foi pago. A construção do anexo, iniciado em atrássto de 2015 para abrigar os 27 vereadores e a TV Câmara, está parada desde o final do ano passado. A construtora Cedro, embora procurada, não foi encontrada para comentar.

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