Nesta quinta, membros da comissão analisaram o vídeo da delação do ex-diretor da autarquia e consideraram que ele se contradisse
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do DAE de Ribeirão Preto analisou vídeos da delação premiada de Luisa Alberto Mantila, ex-diretor do órgão, que reside em Santos e não pôde comparecer à oitiva.
Contradições no Depoimento
O vereador Marcos Papa apontou contradições entre o depoimento de Mantila à força-tarefa da Operação Cezandija e os depoimentos de outros membros da CPI. Mantila teria afirmado ter chegado ao DAE após a licitação em questão, enquanto outros depoentes afirmam o contrário. Essa divergência levou a CPI a decidir pela reconvocação de alguns depoentes para prestar esclarecimentos.
Nova Convocação e Condução Coercitiva
Uma nova convocação para Mantila foi marcada para quinta-feira, 1º de junho. Caso ele não confirme presença em cinco dias, a CPI solicitará à justiça um pedido de condução coercitiva. No depoimento ao Gaeco, Mantila afirmou que as medições foram assinadas e pagas conforme os termos contratuais. A CPI busca esclarecer as contradições e apurar a verdade sobre o esquema de corrupção.
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Peça-Chave na Operação Cezandija
Mantila foi preso durante a primeira fase da Operação Cezandija, mas responde ao processo em liberdade. Ele é considerado peça-chave no esquema de corrupção que envolve o DAE e a empresa Aegea Engenharia, que nega envolvimento no esquema.



