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CPI dos Buracos ouve atual gestor do Daerp

Afonso Reis Duarte garantiu fiscalização nas novas medições e informou que depositou R$ 600 mil cobrados pela terceirizada
CPI dos Buracos
Afonso Reis Duarte garantiu fiscalização nas novas medições e informou que depositou R$ 600 mil cobrados pela terceirizada

Afonso Reis Duarte garantiu fiscalização nas novas medições e informou que depositou R$ 600 mil cobrados pela terceirizada

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga fraudes na operação tapa-buracos do Daerpe ouviu o atual superintendente da autarquia, Afonso Reis do Arte. Os vereadores apuram supostas irregularidades no serviço de recuperação do asfalto, que era realizado pela empresa Matará Engenharia.

Perícia e Investigações

Uma perícia preliminar realizada pela justiça no ano passado apontou que o pagamento para a empresa estava superfaturado, com o Daerpe pagando quase três vezes mais do que o previsto. Afonso Reis do Arte informou que, ao assumir o cargo, já existia uma sindicância interna apurando as irregularidades, e que ele deu sequência às investigações. O Daerpe depositou em juízo R$ 630 mil que a empresa cobrava de medições de novembro e dezembro do ano passado.

Ações do Daerpe e a CPI

O contrato com a Matará Engenharia foi encerrado no final do ano passado pelo ex-superintendente do Daerpe, Danielson Campos. A empresa recorreu na justiça e não pagou a multa rescisória. O presidente da CPI, vereador Paulo Modas, quer o ressarcimento dos valores recebidos pela empresa, alegando falta de informação e negligência da gestão passada que permitiu que a empresa não fosse punida, prejudicando a população de Ribeirão Preto. Afonso Reis do Arte garantiu que as medições atuais têm supervisão total do Daerpe, com um novo contrato e fiscalização rigorosa para evitar erros.

Fiscalização e Próximos Passos

Atualmente, uma equipe do Daerpe, composta por engenheiros e servidores, fiscaliza todo o processo de recapeamento, desde a massa asfáltica até os serviços de terraplanagem e outros reparos em calçadas. A CPI ouvirá os engenheiros responsáveis pelas medições na época da Matará Engenharia. A empresa sempre negou irregularidades nos serviços prestados.

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