Escola Alaor Galvão César, na Vila Virgínia, teve toda sua fiação furtada; outra escola municipal também foi alvo de assaltantes
Em Ribeirão Preto, as escolas têm sido alvo frequente de furtos, causando prejuízos e interrupção das aulas. Apenas em abril, três escolas já foram invadidas, sendo duas delas a creche Alvão César, na Vila Virgínia, furtada pela segunda vez em quatro dias.
Furtos e consequências
Na creche Alvão César, criminosos retiraram uma grade recém-chumbada para levar fios elétricos. Outro caso semelhante ocorreu na escola Neusa Michelute Marzola, na Vila Virgínia, também com furto de fios elétricos, afetando mais de 5 mil alunos que ficaram sem aulas. Mães de alunos expressaram indignação com a situação, destacando a necessidade de soluções urgentes para garantir a segurança das escolas.
Ações e Investimentos em Segurança
A diretora da escola Alvão César, Carla Lopes, relatou que esta foi a nona invasão desde 2015. Apesar do apoio da comunidade, os furtos persistem. Domingos Fortuna, chefe de operações da Guarda Civil Municipal, reconhece a falta de profissionais e a necessidade de investimentos em recursos tecnológicos para melhorar a segurança, como alarmes e monitoramento. A Secretaria da Educação trabalha na implementação de medidas de segurança primária, como reforço em cercas e alarmes, para compensar a falta de efetivo.
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O número de furtos em escolas e creches oscilou nos últimos meses: nove em janeiro, três em fevereiro, oito em março e três em abril (até o momento da publicação). A maioria dos furtos envolveu fios de energia elétrica, impactando diretamente o funcionamento das unidades escolares e a educação dos alunos. A situação exige ações efetivas e investimentos em segurança para proteger as escolas e garantir o direito à educação.



