Caso foi nesta segunda-feira (29), em Ribeirão Preto; pai da vítima relatou que o motorista estava irritado com a ‘corrida’
Um caso de preconceito envolvendo um motorista de aplicativo e uma criança de 12 anos com paralisia cerebral em Ribeirão Preto gerou indignação. O pai da menina, Alexandre Ferraz, relatou o ocorrido nas redes sociais.
O incidente
Na segunda-feira, Alexandre precisou transportar sua filha, Júlia, em seu andador, entre duas clínicas. Ao tentar acomodar o andador no porta-malas, que era pequeno, ele optou por colocá-lo no banco de trás, com Júlia no banco da frente. O motorista reagiu de forma agressiva, ordenando que Alexandre retirasse a menina do carro e alegando que o andador danificaria seu veículo. Alexandre afirma que o motorista não abriu a porta do carro ao vê-los chegando e os tratou de forma desrespeitosa.
A repercussão
Alexandre publicou um vídeo nas redes sociais relatando o ocorrido e mostrando sua indignação. O vídeo viralizou, gerando grande repercussão negativa contra o motorista. A Uber, em nota, afirmou não tolerar qualquer tipo de discriminação e que irá investigar o caso, podendo punir o motorista.
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A luta contra o preconceito
O caso de Júlia destaca a importância da inclusão e do respeito às pessoas com deficiência. A falta de empatia e a discriminação vivenciadas pela família demonstram a necessidade de conscientização e de medidas para combater o preconceito no dia a dia. A Uber se pronunciou, mas a luta por um transporte público mais acessível e inclusivo continua.



