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Criança de 3 anos é esquecida por 4 horas dentro de van escolar em Araras

Garota passou por avaliação médica e passa bem; monitora e motorista foram ouvidos e liberados
criança esquecida van escolar
Garota passou por avaliação médica e passa bem; monitora e motorista foram ouvidos e liberados

Garota passou por avaliação médica e passa bem; monitora e motorista foram ouvidos e liberados

Uma situação alarmante ocorreu em Araras, onde uma criança de três anos foi esquecida dentro de uma van escolar por quatro horas. O incidente, que gerou grande preocupação entre os pais e a comunidade, teve como vítima a pequena Navarra, aluna da escola Rosa Padulas, localizada no bairro Benedito.

O Esquecimento e as Consequências

Segundo informações da mãe da criança, Paulha Schmitt, Navarra foi deixada na van por volta das 7h da manhã e deveria ter sido levada para a escola às 7h30. Porém, a motorista e a monitora do transporte escolar se esqueceram da menina, que permaneceu dormindo no veículo até o meio-dia e meia, quando o secretário da escola percebeu sua ausência. Após ser informada do ocorrido, a mãe entrou em contato com a motorista sem sucesso. Somente após duas horas, Paulha descobriu que sua filha havia sido esquecida.

Depoimentos e Investigação

O caso foi registrado na delegacia de defesa da mulher. A motorista e a monitora prestaram depoimento e admitiram o esquecimento. Apesar de terem sido ouvidas e liberadas por não haver flagrante, elas responderão pelo crime de abandono de incapaz. A reportagem da IPTV de São Carlos entrou em contato com a motorista, sem sucesso, enquanto a monitora reconheceu o erro de não ter comunicado a mãe ou a escola imediatamente. Ela atribuiu a omissão ao desespero do momento.

Reflexões sobre a Segurança Escolar

O episódio levanta sérias questões sobre a segurança das crianças no transporte escolar. A falta de comunicação entre as responsáveis pelo transporte e a escola, além da omissão em notificar a família, demonstra a gravidade da situação. Apesar de Navarra não ter sofrido danos físicos graves, o ocorrido gerou um trauma para a família e expôs a fragilidade do sistema de segurança adotado. A situação reforça a necessidade de protocolos mais rígidos e a conscientização sobre a responsabilidade de todos os envolvidos na segurança das crianças.

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