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Criminólogo apoia o aumento da restrição da população ao acesso a armas de fogo

Jean Alves fala da morte de um jovem que foi baleado durante uma discussão de trânsito, em Ribeirão Preto
Criminólogo apoia o aumento da restrição
Jean Alves fala da morte de um jovem que foi baleado durante uma discussão de trânsito, em Ribeirão Preto

Jean Alves fala da morte de um jovem que foi baleado durante uma discussão de trânsito, em Ribeirão Preto

Um passageiro de 20 anos foi baleado e morto durante uma briga de trânsito na manhã desta segunda-feira em Ribeirão Preto. A vítima estava no banco de trás de um carro de aplicativo quando foi atingida por um disparo na região da costela. Ela foi socorrida e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste, Criminólogo apoia o aumento da restrição, mas não resistiu aos ferimentos. O motorista do veículo não se feriu.

O autor do disparo fugiu do local e, até o momento, não foi localizado. As motivações da briga ainda não foram divulgadas. O caso está sendo registrado na Central de Polícia Judiciária de Ribeirão Preto e será investigado pelas autoridades competentes.

Análise da violência no trânsito: Jean Alves, advogado e criminólogo, comentou sobre o aumento de casos de violência decorrentes de brigas de trânsito, que têm se tornado mais frequentes tanto na região quanto no Brasil. Segundo ele, situações de estresse momentâneo podem levar as pessoas a perder a razão e resolver conflitos por meio da violência, muitas vezes com consequências fatais.

Impacto da banalização da violência: Alves destacou a banalização das relações sociais, em que discussões e desentendimentos são frequentemente resolvidos com agressões verbais e físicas, incluindo o uso de armas de fogo. Ele ressaltou que esse tipo de tragédia não é incomum, ocorrendo mensalmente em Ribeirão Preto e cidades vizinhas.

Legislação e controle de armas: O criminólogo apontou que o abrandamento da legislação sobre o acesso a armas de fogo na última década contribuiu para o aumento da letalidade em conflitos cotidianos, como brigas de trânsito. Ele defende políticas mais restritivas, limitando o porte de armas à população civil e concentrando o uso em órgãos e agentes de segurança pública. Alves também criticou o argumento de que cidadãos comuns precisam se armar para se proteger, classificando-o como falacioso e sem respaldo científico.

Entenda melhor

Casos de violência no trânsito envolvendo armas de fogo refletem uma combinação de fatores sociais, psicológicos e legislativos. A discussão sobre o controle de armas é central para a prevenção de mortes em situações de conflito momentâneo, como as brigas de trânsito.

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