Entrocamento da Senador Teotônio Vilela com a Renê Oliva Strang tem grande fluxo de veículos e sempre registra acidentes
Moradores do Jardim Paiva, em Ribeirão Preto, voltaram a pedir medidas de segurança no cruzamento das avenidas Senador Teotônio Vilela e René Oliva Estrangue. Segundo moradores, o ponto é intenso e já registra diversos acidentes e atropelamentos, alguns de gravidade.
Local e contexto
O cruzamento funciona como ligação importante entre bairros da zona oeste e norte da cidade e concentra tráfego especialmente nos horários de pico. A avenida René Oliva Estrangue apresenta duas descidas que tornam o ponto o trecho mais baixo da via, o que leva motoristas a aproveitar o impulso para acelerar rumo à subida seguinte.
Além disso, apesar da existência de sinalização de parada obrigatória — em placas e no asfalto —, moradores relatam que muitos condutores não a respeitam. Nas imediações há equipamentos públicos e espaços de grande circulação, como a Escola de Educação Infantil Quintino Vieira, uma unidade básica de saúde (UBS), um ecoponto e o Parque Rubem Sione, frequentado por pedestres e crianças.
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Perigos e relatos de quem vive no local
Quem passa pelo cruzamento afirma que os relatos de colisões e atropelamentos são recorrentes. Uma moradora que prefere não se identificar descreve os horários de maior risco: “Nos horários de pico, entre 8h e 10h e das 17h às 19h, é um caos; é um perigo, principalmente porque é uma ladeira praticamente. Não tem semáforo, nem faixa de pedestre.”
Moradores também relatam que a sinalização voltada à redução de velocidade, colocada por causa da escola, está desbotada e pouco visível. Imagens registradas por moradores durante um acidente mostram o tráfego intenso no momento da ocorrência e foram compartilhadas em redes sociais locais.
Demandas da comunidade
O apelo dos moradores é por intervenções objetivas para reduzir a velocidade e aumentar a segurança: instalação de semáforos, lombofaixas ou lombadas e melhoria da sinalização horizontal e vertical. “Está precisando urgente de uma lombada ou daqueles dispositivos para desacelerar o carro; o pessoal desce com tudo para aproveitar o impulso da descida”, diz a moradora.
As solicitações serão encaminhadas ao poder público na expectativa de medidas que reduzam o risco para motoristas, pedestres e especialmente para as crianças que circulam pela região.


