Contas da gestão da atual prefeita de Ribeirão Preto foram rejeitadas pelo segundo ano seguido pelo Tribunal
A prefeita de Arsivera enfrenta um momento crucial em sua carreira política, necessitando do apoio dos vereadores para reverter um parecer desfavorável às suas contas de 2012. A decisão foi emitida em segunda instância pelo Tribunal de Contas do Estado, após o Palácio Rio Branco ter seu recurso negado.
Revés Judicial e Implicações Políticas
Este é o segundo revés consecutivo sofrido pela prefeita no Tribunal de Contas. Na terça-feira, o órgão já havia se posicionado, em primeira instância, pela rejeição das contas de 2013, motivado principalmente pela crise financeira da prefeitura, que apresentou um déficit de R$ 163 milhões naquele ano.
Irregularidades Apontadas nas Contas de 2012
O parecer referente a 2012 aponta irregularidades no não cumprimento do artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal. Este artigo proíbe a prefeita, nos últimos oito meses de seu mandato, de contrair despesas que não possam ser integralmente quitadas até o final de sua gestão. Além disso, foram identificados pagamentos insuficientes de precatórios.
O Futuro Político em Jogo
A situação coloca em xeque o futuro político de Dar-se-vera, exigindo habilidade e articulação para superar os obstáculos impostos pelas decisões do Tribunal de Contas. A aprovação ou rejeição das contas pela câmara de vereadores será determinante para os próximos passos da prefeita.
O desfecho desse caso terá um impacto significativo na administração municipal e no cenário político local.



