Assunto é sigiloso e por isso a possibilidade não é considerada, segundo a advogada Cláudia Seixas
Prefeita Darcivera não deve fazer delação premiada
A prefeita afastada, Darcivera, não deve firmar acordo de delação premiada, segundo sua advogada, Maria Claudia Seixas. A informação foi divulgada pela defesa, que classificou o assunto como sigiloso, descartando, por enquanto, essa possibilidade.
Delações premiadas na Operação Cevandígia
A delação premiada, referendada por um juiz, oferece benefícios como redução de pena, prisão domiciliar, regime semi-aberto e até aberto, conforme especialistas. Na Operação Cevandígia, Maria Zuelili Brandt (advogada) e Wagner Rodrigues (sindicalista) firmaram acordos desse tipo. No entanto, a delação de Maria Zuelili é alvo de pedido de anulação, após o Gaeco concluir que ela mentiu em seu depoimento. Já a delação de Wagner Rodrigues embasou a segunda fase da operação, denominada “Mamãe Noel”, que levou à prisão da prefeita Darcivera.
Consequências para os envolvidos
Após a operação, Wagner Rodrigues, em liberdade, foi denunciado por associação criminosa, corrupção passiva, falsidade ideológica e peculato. Maria Zuelili Brandt, presa em Trêmenvê, responde por associação criminosa, corrupção ativa, uso de documento falso e peculato.
Leia também
Em resumo, a defesa da prefeita Darcivera afirma não haver intenção de delação premiada, enquanto os desdobramentos da Operação Cevandígia impactam diretamente os envolvidos, com denúncias e consequências legais para cada um.



