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Dárcy Vera nega fraude em execução de convênio para etapa da Stock Car

Ex-prefeita prestou depoimento na Justiça Federal nesta sexta-feira (19); ela é suspeita de uso não comprovado de R$ 2,2 milhões
fraude em convênio Stock Car
Ex-prefeita prestou depoimento na Justiça Federal nesta sexta-feira (19); ela é suspeita de uso não comprovado de R$ 2,2 milhões

Ex-prefeita prestou depoimento na Justiça Federal nesta sexta-feira (19); ela é suspeita de uso não comprovado de R$ 2,2 milhões

Ex-prefeita de Ribeirão Preto presta depoimento sobre desvio de verbas da Stock Car

Desvio de R$ 2,2 milhões

Darci Vera, ex-prefeita de Ribeirão Preto, prestou depoimento à Justiça Federal na tarde de sexta-feira (dia não especificado no texto original) sobre um suposto desvio de R$ 2,2 milhões destinados à publicidade da Stock Car em 2010. Parte dos recursos veio do Ministério do Turismo. A prefeitura, que sediou quatro etapas da Stock Car entre 2010 e 2014, chegou a parcelar a devolução do montante ao Ministério em 24 vezes, em acordo firmado em 2013.

A versão da ex-prefeita

Darci negou envolvimento direto no desvio, alegando ter apenas assinado a prestação de contas. Segundo ela, a execução dos recursos ficou a cargo de equipes técnicas da prefeitura e secretários da época. A Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) foi a responsável pela campanha publicitária do município. A ex-prefeita afirmou não possuir conhecimento técnico para acompanhar a execução do contrato, confiando no trabalho das secretarias e técnicos envolvidos.

Investigação e desfecho

O Ministério Público Federal iniciou a investigação após a União reprovar a prestação de contas e notificar a administração municipal a devolver o dinheiro. Durante o depoimento, Darci demonstrou dificuldades em lembrar detalhes sobre os documentos assinados, o que, segundo a procuradora federal, indica irregularidades. A ex-prefeita alegou que as contas foram aprovadas parcialmente, com algumas notas fiscais reprovadas na execução financeira. O caso está encerrado, e a sentença deve ser proferida em breve. A CBA informou que o acordo de 2010 com a prefeitura foi legal, e a Vicar, empresa promotora da corrida, não se manifestou sobre o caso.

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