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Darcy Vera se torna ré em mais um processo da Operação Sevandija

Denúncia foi feita pelo GAECO; reforma da casa da ex-prefeita teria sido custeada com dinheiro de origem ilícia
Operação Sevandija
Denúncia foi feita pelo GAECO; reforma da casa da ex-prefeita teria sido custeada com dinheiro de origem ilícia

Denúncia foi feita pelo GAECO; reforma da casa da ex-prefeita teria sido custeada com dinheiro de origem ilícia

Prefeita de Ribeirão Preto torna-se ré em processo da Operação Sevandija

Lavagem de dinheiro

A prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, tornou-se ré em mais um processo da Operação Sevandija. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) a acusa de lavagem de dinheiro, devido à reforma de sua casa, no bairro Ribeirã, supostamente custeada com R$ 533 mil de origem ilícita. A promotoria afirma que o dinheiro veio de propina e que transações paralelas foram usadas para dissimular o pagamento das melhorias no imóvel.

Movimentações financeiras suspeitas

Além da reforma da casa, o Gaeco aponta que Dárcy Vera movimentou mais de R$ 190 mil em contas pessoais, o que, segundo os promotores, teria o objetivo de despistar a fiscalização financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). O ex-marido da prefeita, o ex-secretário de administração de Ribeirão Preto, Marco Antônio dos Santos, e Mandre e São Félix, também são réus no processo, acusados de envolvimento no esquema.

Defesas dos réus

A defesa de Dárcy Vera, por meio de sua advogada Maria Claudia Seixas, informou que não se manifestaria sobre a decisão da justiça. Em defesa prévia, a defesa alegou ausência de crime de lavagem de dinheiro, pedindo a absolvição, pedido que foi rejeitado pelo Tribunal. A defesa de Mandre e São Félix, representada por Eduardo Maimone, alegou falta de acesso à investigação do Ministério Público, o que dificultou a elaboração da defesa. Esta alegação foi negada pelo Gaeco e pela justiça. A defesa de Marco Antônio dos Santos classificou a denúncia como “lacônica, genérica e superficial”, dificultando o direito de defesa.

O caso segue em andamento na Justiça.

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