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De goleiro do Palmeiras à líder de sindicato: a história de Martorelli

Atualmente, Rinaldo José Martorelli lidera sindicato dos atletas. Ouça o programa 'Papo Esportivo' deste sábado (20)
Martorelli sindicato
Atualmente, Rinaldo José Martorelli lidera sindicato dos atletas. Ouça o programa 'Papo Esportivo' deste sábado (20)

Atualmente, Rinaldo José Martorelli lidera sindicato dos atletas. Ouça o programa ‘Papo Esportivo’ deste sábado (20)

Neste sábado, o programa Papo Esportivo da CBN entrevistou Rinaldo José Martorelli, ex-goleiro do Palmeiras e atual presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo. A conversa abordou sua trajetória no futebol, os desafios da posição de goleiro e a importância do suporte emocional para atletas.

De Palmeiras a Presidente Sindical: A trajetória de Martorelli

Martorelli relembrou sua passagem pelo Palmeiras nos anos 80, destacando a pressão inerente à posição de goleiro. Comparou a pressão sofrida por grandes goleiros brasileiros como Barbosa e Marcos, enfatizando como erros são mais lembrados para goleiros do que para outros jogadores. Após sua carreira como atleta, ele seguiu para a presidência do sindicato, buscando equilibrar as relações entre clubes e jogadores.

A Importância da Saúde Mental no Futebol

A entrevista focou na saúde mental dos atletas. Martorelli destacou a falta de investimento em suporte psicológico por parte dos clubes brasileiros, apesar dos altos salários pagos aos jogadores. Ele argumentou que a pressão do futebol moderno, com a grande exposição midiática, exige um preparo emocional mais robusto, especialmente para goleiros. A ausência desse suporte, segundo ele, pode levar ao fim precoce da carreira e problemas psicológicos.

Lutando pelos Direitos dos Atletas

Martorelli também discutiu seu trabalho no sindicato, incluindo a luta por melhores condições de trabalho e a criação de protocolos para proteger atletas de lesões, especialmente aquelas causadas por pancadas na cabeça. Ele relatou sua própria experiência de lesão e a dificuldade de deixar o campo mesmo contundido. A entrevista finalizou com reflexões sobre a gestão dos clubes brasileiros, criticando a falta de atenção à saúde mental e o foco excessivo em contratações milionárias em detrimento do desenvolvimento de times.

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