Prioridade de muitas pessoas para 2019 será “colocar tudo em ordem” neste final de ano, ao invés de ir às compras
Apesar das expectativas do comércio varejista para as vendas de fim de ano, muitas pessoas preferem guardar o 13º salário para quitar dívidas e organizar as finanças pessoais.
Priorizando as dívidas
Mirela, supervisora de vendas, afirma que prioriza quitar dívidas com juros altos, negociando para obter melhores condições de pagamento. Ela utiliza o 13º salário para acertar contas atrasadas e, se sobrar, planeja uma viagem curta. A prioridade, segundo ela, são contas com instituições bancárias, dívidas antigas e promoções que facilitem o pagamento.
Poupança para o futuro
Silmara, professora de educação física, prefere poupar o 13º salário para despesas do ano seguinte, como IPTU, IPVA e matrículas escolares, evitando surpresas no orçamento. Mesmo assim, ela garante que sempre sobra um pouco para presentes ou um amigo oculto.
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Organização financeira: a chave para o sucesso
Alessandra, contadora, reforça a importância de analisar os juros mais altos e priorizar o pagamento de dívidas como cartão de crédito e cheque especial. Recomenda organizar as finanças, anotando ganhos e gastos, utilizando aplicativos ou cadernos para controle. A especialista alerta para os riscos da negativação e a importância de manter o controle financeiro para evitar problemas futuros. Neste ano, a liberação do saque de R$ 500 do FGTS também impactou a organização financeira de muitas pessoas. A dica é usar esse dinheiro para quitar dívidas com juros altos ou buscar descontos em contas do início do ano.
Em resumo, o 13º salário é uma oportunidade para organizar as finanças, seja quitando dívidas ou poupando para o futuro. A pesquisa e organização são fundamentais para aproveitar ao máximo esse dinheiro extra, garantindo um final de ano mais tranquilo e um começo de ano sem imprevistos. Aproveite as promoções, mas priorize o pagamento de dívidas com juros altos.



