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Decisão da Justiça mantém o reajuste da tarifa de água

Defensoria Pública entrou com o pedido para barrar o aumento de 29,3%, mas foi negado; ouça a coluna 'De Olho na Política'
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Defensoria Pública entrou com o pedido para barrar o aumento de 29,3%, mas foi negado; ouça a coluna 'De Olho na Política'

Defensoria Pública entrou com o pedido para barrar o aumento de 29,3%, mas foi negado; ouça a coluna ‘De Olho na Política’

A Justiça de Ribeirão Preto negou o pedido da Defensoria Pública para suspender o aumento de 29,3% na tarifa de água e esgoto. O reajuste, anunciado pela prefeitura em 1º de julho, já está em vigor a partir de agosto.

Reajuste confirmado: Impacto na população

A decisão judicial permite que a Aris, agência reguladora do serviço de água e esgoto de Ribeirão Preto, aplique o aumento. Uma tarifa básica residencial para consumo de 10 metros cúbicos passará de R$ 21,60 para R$ 27,93, um aumento de R$ 6,63. Embora exista uma tarifa social com custo menor, os consumidores que não se enquadram nela precisarão economizar água para evitar surpresas na conta.

Prefeitura e a legalidade do reajuste

A prefeitura de Ribeirão Preto, em nota, afirma que o aumento foi feito dentro da legalidade, baseado em estudos da Aris e considerando a inflação do período sem reajuste. A administração municipal alega que o reajuste é necessário para manter a saúde financeira da secretaria de água e esgoto.

Recursos e próximos passos

Apesar da decisão judicial, a Defensoria Pública pode recorrer. Embora a ação para suspender o aumento tenha sido negada, ainda há a possibilidade de recurso para contestar o mérito da questão. No entanto, o reajuste já está em vigor, e a população ribeirão-pretana terá que se adaptar à nova realidade de contas de água mais caras.

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