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Defensoria Pública quer mais empenho da Prefeitura para resolver ocupação de galpão particular

Cerca de 150 pessoas desabrigadas pelas chuvas do começo do mês passaram a ocupar o local, na Zona Norte de Ribeirão Preto
ocupação de galpão particular
Cerca de 150 pessoas desabrigadas pelas chuvas do começo do mês passaram a ocupar o local, na Zona Norte de Ribeirão Preto

Cerca de 150 pessoas desabrigadas pelas chuvas do começo do mês passaram a ocupar o local, na Zona Norte de Ribeirão Preto

A Defensoria Pública do Estado busca um maior envolvimento da prefeitura na resolução do impasse envolvendo a ocupação de um galpão particular por cerca de 150 pessoas na zona norte da cidade. O defensor Victor Walbernas Jr. contesta a liminar de reintegração de posse do espaço, que está situado em área de concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

O Envolvimento da Prefeitura

Em sua petição, Walbernas Jr. alega que foi a Secretaria Municipal da Casa Civil, e não os desabrigados, quem sugeriu o encaminhamento das famílias para o galpão. Essas famílias perderam suas casas devido às inundações causadas pelas chuvas na favela Cidade Locomotiva, próxima à Rua Peru.

A Reintegração de Posse e a Audiência de Conciliação

Os ocupantes, que somam cerca de 150 pessoas, tinham até o dia 18 para deixar o local, mas se recusaram, alegando não ter condições de retornar aos barracos danificados. Após a determinação da reintegração de posse em resposta à ação da FCA, a Justiça agendou uma audiência de conciliação para a próxima terça-feira, buscando um acordo entre as partes.

Respostas e Próximos Passos

Walbernas Jr. solicitou que a administração municipal seja incluída no processo, assim como o grupo de desabrigados. A Secretaria da Casa Civil nega ter direcionado as famílias para o galpão e afirma ter tomado as medidas cabíveis para o socorro das vítimas. A FCA, por sua vez, declarou que não foi consultada pela prefeitura ou pelos desabrigados antes da ocupação e que não consente com a permanência das famílias no local, pois o galpão não oferece condições seguras.

A situação permanece delicada, com a Defensoria Pública buscando um diálogo efetivo entre a prefeitura, a FCA e os desabrigados para encontrar uma solução justa e segura para todos os envolvidos.

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