Cerca 40 caminhões carregados com terra foram utilizados para aterrar a substância; amostra foi coletada para análise
As autoridades de Ribeirão Preto investigam o descarte irregular de produto tóxico que liberou gás na comunidade de Mário Covas na noite de sexta-feira. Moradores relataram ardência nos olhos e dificuldades respiratórias após avistarem um caminhão despejando o material. O local foi interditado.
Investigação em Andamento
O material foi coletado e enviado a um laboratório em Limeira para análise. A suspeita é de que se trate de amônia, e as autoridades buscam identificar a empresa responsável pelo descarte. Cerca de 40 caminhões de terra foram usados para aterrar o produto e evitar mais danos.
Atuação da Defesa Civil
A Defesa Civil de Ribeirão Preto foi acionada e trabalhou por 18 horas para garantir a segurança dos moradores, que somam mais de 1200 famílias. A via interditada foi liberada após os trabalhos de contenção. Além da CETSP, diversas equipes da prefeitura, como o departamento de infraestrutura, o Fundo Social e o Saerp, colaboraram na operação.
Prevenção e Cuidados
As fortes chuvas intensificaram o problema, e a Defesa Civil reforça a importância de não descartar lixo irregularmente. Além do trabalho na comunidade de Mário Covas, a Defesa Civil atendeu a diversas ocorrências relacionadas às fortes chuvas do fim de semana, como quedas de árvores e alagamentos. A população é orientada a não enfrentar alagamentos e acionar a Defesa Civil (199) ou a Guarda Civil Metropolitana (153) em caso de emergência. A previsão de mais chuvas exige atenção redobrada.



