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Defesa de Elizabete Arrabaça tenta prisão domiciliar mesmo com laudo negativo para doenças graves

Equipe médica da penitenciária onde ela esta não conferiu nenhum problema de saúde de alto risco; investigações continuam
Defesa de Elizabete Arrabaça tenta prisão
Equipe médica da penitenciária onde ela esta não conferiu nenhum problema de saúde de alto risco; investigações continuam

Equipe médica da penitenciária onde ela esta não conferiu nenhum problema de saúde de alto risco; investigações continuam

A equipe médica da penitenciária onde Elizabeth Arrabassa está presa afirmou que ela não apresenta problemas graves de saúde. No entanto, Defesa de Elizabete Arrabaça tenta prisão, a defesa da suspeita de matar a professora de pilates Larissa Rodrigues e a própria filha Natália Garnica tenta, com laudos médicos particulares, comprovar que Elizabeth deveria cumprir prisão domiciliar.

Um exame médico adicional realizado na penitenciária no dia 4 de junho não indicou doenças graves. Elizabeth, Defesa de Elizabete Arrabaça tenta prisão, de 68 anos, informou que sofre de labirintite, doença de Parkinson e osteoporose. A defesa já teve quatro pedidos de habeas corpus negados pela justiça.

“O que a gente comprova são doenças diagnosticadas por médicos particulares ao longo da vida, com laudos de 2014 e 2021”, afirmou o advogado Bruno Correia. Ele explicou que Elizabeth foi transferida para a penitenciária devido à sua condição de saúde, pois não poderia permanecer na cadeia pública.

“Nos preocupa muito como um médico faz um atendimento tão superficial, considerando o histórico comprovado de inúmeras doenças”, acrescentou o advogado.

Elizabeth e seu filho Luiz Garnica são suspeitos de envenenar Larissa Rodrigues e Natália Garnica com chumbinho. Segundo o Ministério Público, eles podem ser condenados a mais de 30 anos de prisão por quatro agravantes: uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, uso de veneno, feminicídio e outro não divulgado.

O advogado de Luiz Garnica, Júlio Moçinha, afirmou que não há provas de participação do cliente na morte da esposa. “Não há indícios concretos para denunciá-lo por feminicídio. Se houvesse, já teria sido divulgado algum tipo de comunicação entre ele e a mãe combinando algo”, disse.

A polícia civil ainda analisa mensagens de celulares e computadores para esclarecer o crime. Há expectativa para novos depoimentos na semana seguinte, incluindo o de Antônio Garnica, pai de Luiz, que pode revelar fatos importantes, segundo o advogado.

“Ele vai trazer informações, como o fato de que Elizabeth fez um seguro de vida para ele sem seu conhecimento. Naquele momento, ele não imaginava as intenções dela, mas hoje sua visão é totalmente diferente”, afirmou o defensor.

A polícia civil tem prazo para encerrar os inquéritos das mortes de Larissa e Natália e entregar as denúncias ao Ministério Público, que espera que, se condenados, Elizabeth e Luiz cumpram até 30 anos de prisão.

Informações sobre a saúde de Elizabeth Arrabassa

  • Exame médico da penitenciária não indicou doenças graves.
  • Elizabeth relata labirintite, doença de Parkinson e osteoporose.
  • Defesa possui laudos médicos particulares de 2014 e 2021.
  • Pedidos de habeas corpus foram negados pela justiça.
  • Elizabeth e Luiz são suspeitos de envenenar Larissa Rodrigues e Natália Garnica.
  • Ministério Público aponta quatro agravantes para a possível condenação.
  • Defesa de Luiz nega provas de participação no crime.

Acusações e suspeitas:

  • Polícia analisa mensagens de celulares e computadores.
  • Novos depoimentos previstos para a semana seguinte.
  • Possível revelação de fatos importantes pelo pai de Luiz, Antônio Garnica.
Entenda melhor

Investigação em andamento: Chumbinho é um tipo de veneno altamente detectável, o que torna o uso para cometer homicídio incomum e de difícil ocultação. A investigação busca esclarecer a participação dos suspeitos e reunir provas suficientes para a denúncia formal.

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